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Salários. Proposta do Governo "é uma base para as negociações que vão seguir-se", diz ministra

28 set, 2022 - 20:27 • André Rodrigues

Ana Mendes Godinho diz compreender as reservas dos parceiros sociais em relação à proposta para o Acordo de Rendimentos apresentada na Concertação Social. Mas acredita que o diálogo vai permitir uma aproximação de posições.

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A ministra do Trabalho diz compreender as reservas dos parceiros sociais à proposta apresentada na Concertação Social para o aumento de salários até 2026.

Em causa está a proposta do Executivo para aumento dos salários em 4,8% por ano até 2026, para assegurar um aumento médio acumulado de 20%.

Depois das críticas, tanto de patrões como de sindicatos, Ana Mendes Godinho lembrou que o documento hoje apresentado é apenas um ponto de partida e diz-se convencida de que, com o diálogo, as divergências vão esbater-se.

“O que apresentámos foi uma base para as negociações que se vão seguir”, disse a ministra.

A ministra admite que ainda há muito trabalho pela frente, mas defende que, apesar da exigência do período negocial, "é, também, agora que este acordo é mais necessário".

Questionada sobre as queixas de todos os parceiros pela falta de concretização de medidas e pela não apresentação de valores exatos, nomeadamente em matéria de Salário Mínimo Nacional, Ana Mendes Godinho garantiu que tudo será clarificado nas próximas reuniões.

E acrescenta que, apesar de não se comprometer com montantes para 2023, o objetivo desta primeira reunião com os parceiros foi apresentar "um pressuposto, um racional, para assegurar aquilo que é fundamental, que é garantir que os trabalhadores que ganham o Salário Mínimo Nacional não perderão poder de compra”, esclareceu a ministra do Trabalho.

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