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Assunção Cristas. “Sou alternativa a Fernando Medina"

28 set, 2017 - 22:43

Líder centrista quer ser “uma lufada de ar fresco” em Lisboa.
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A candidata do CDS à Câmara de Lisboa, Assunção Cristas, afirmou ser "a única alternativa a Fernando Medina", propondo-se a interromper "10 anos de poder ininterrupto" com uma "lufada de ar fresco" e "fazer história".

"Eu sou a alternativa a Fernando Medina, digo mais, sou a única alternativa a Fernando Medina. É a hora de virar a página a 10 anos de governação socialista, de deixar entrar uma lufada de ar fresco por estas portas a dentro", afirmou Assunção Cristas, com o edifício dos Paços de Concelho por trás.

Num comício na praça do Município, a cabeça da lista da coligação "Pela Nossa Lisboa" (CDS/MPT/PPM) apresentou as 11 primeiras medidas que tomará como presidente da Câmara e pediu "mobilização máxima", sublinhando que as eleições não se decidem nas sondagens.

"Dez anos de poder ininterrupto não fazem bem a nenhuma instituição e não fazem bem a Lisboa", defendeu, pedindo aos eleitores que "não tenham medo de fazer história": "Vamos fazer história".

Nas 11 primeiras medidas a tomar se for eleita presidente, constavam as emblemáticas de instruir a "detestada EMEL" a aplicar o "programa de benefício para residentes" e a empresa de habitação municipal Gebalis a atribuir a quem necessita as 1600 casas que estima estarem vazias.

As novidades foram o lançamento do programa "Lisboa num brinco" de limpeza da capital em 100 dias, em conjunto com as juntas de freguesia, e a nomeação como provedor do munícipe do seu mandatário e antigo presidente de Câmara António Carmona Rodrigues, que foi quem abriu o comício.

Pedir uma reunião com o primeiro-ministro, António Costa, para "começar a trabalhar em conjunto na expansão da rede de metro" foi outra das medidas enunciadas.

Outras medidas prioritárias são o lançamento do programa "Ninguém fica sozinho", a rede de cuidadores para idosos, a cargo de Conceição Zagalo, a número três da lista, bem como de uma equipa para cumprir o objetivo "100% creches", um programa de contratualização com o sector privado e social para universalizar o pré-escolar na cidade.

Assunção Cristas contou a presença no comício do vice-presidente do CDS e eurodeputado, Nuno Melo, a vice-presidente e deputada Cecília Meireles, entre outros dirigentes do partido.

Nas eleições de 1 de Outubro concorrem à presidência da Câmara de Lisboa Assunção Cristas (CDS-PP/MPT/PPM), João Ferreira (CDU), Ricardo Robles (BE), Teresa Leal Coelho (PSD), o atual presidente, Fernando Medina (PS), Inês Sousa Real (PAN), Joana Amaral Dias (Nós, Cidadãos!), Carlos Teixeira (PDR/JPP), António Arruda (PURP), José Pinto-Coelho (PNR), Amândio Madaleno (PTP) e Luís Júdice (PCTP-MRPP).

Comentários
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  • fanã
    29 set, 2017 aveiro 16:21
    O CDS , é um atrelado , cuja e única alternativa é de procurar um qualquer veiculo que o reboque !
  • A convencida
    29 set, 2017 Lx 10:55
    Mas todos são alternativos! É como o slogan que o CDS arranjou! A nossa Lisboa! Mas Lisboa é só deles?...Como é possível a hipocrisia chegar tão longe quando fala sobre o direito à habitação em Lisboa quando foi a responsável da famigerada lei das rendas colocando em risco milhares de idosos e de outros, que se viram obrigados a sair das casas ou a procurar ajuda para lutarem contra a situação imposta, precisamente no momento em que estavam também a ser penalizados com os cortes cegos de reformas e pensões também com a responsabilidade desta hipócrita?