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​Exército europeu não interessa aos velhos aliados

01 nov, 2016 - 11:14

Um Exército da União Europeia não é do interesse dos Estados Unidos”. É pelo menos essa a convicção de Nile Gardiner, um comentador britânico da família conservadora que assina um texto de opinião no jornal “Washington Times”. Diz este especialista que “o medo que domina a União Europeia” levou os líderes europeus a acreditarem que um Exército comum reforça a integração e a segurança europeias.
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Revista de Imprensa de temas europeus (01/11/2016)
Revista de Imprensa de temas europeus (01/11/2016)

Nile Gardiner apresenta os argumentos que, do seu ponto de vista, contrariam esta ideia: “um Exército da União Europeia não é a solução para os problemas da Europa”. Bem pelo contrário: “vai minar a NATO, reduzir a influência norte-americana na Europa e reforçar a posição estratégica da Rússia de Vladimir Putin”.

No “Diário de Notícias”, “Um francês e dois belgas”. É a equipa da União Europeia para negociar o Brexit. A saber: o francês Michel Barnier, designado pelo presidente da Comissão Europeia; e os belgas Guy Verhosfstadt do lado do Parlamento Europeu e Didier Seeuws, escolhido pelo presidente do Conselho Europeu.

O DN explica que, apesar de Londres não ter ainda accionado o pedido formal de separação, a União Europeia já tem equipas prontas para negociar com Theresa May.

Ainda no “DN”, “Renzi usa sismos como pretexto para não cumprir limites do défice”. Bruxelas admite a possibilidade de não incluir os custos directos com a reconstrução das zonas afectadas no cálculo do défice mas pede contas a Itália. Na resposta, o ministro italiano das Finanças acrescenta o problema dos migrantes e responde: “ou o défice pode ir dos 2 aos 2,3 por cento” ou então a via húngara. Itália pode erguer muros para travar a entrada de emigrantes e refugiados”.

No “Público”, “Comissão Europeia apoia Santander contra Portugal na polémica dos swaps”. Bruxelas dá razão ao banco espanhol no processo que corre no tribunal de justiça europeu. Hoje começam as alegações finais do recurso interposto este ano pelo estado português.

339 mil euros, é o montante exigido pela União Europeia a Marine Le Pen. A rádio Europe1 conta que o Parlamento Europeu pagou o salário a dois assistentes que, sabe-se agora, são funcionários da Frente Nacional francesa. O caso está a ser investigado pelo Conselho Europeu de Luta Antifraude.

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