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​Moedas traz mais de meio milhão

24 out, 2016 - 10:10

Comissário Moedas traz “mais de meio milhão para uma dúzia de PME inovadoras”. Os financiamentos do Horizonte 2020 têm chamada de capa do “Diário de Notícias”. Portugal entra no "top 10" de países europeus que mais têm aproveitado este apoio direccionado a projectos inovadores, a maioria ligados ao sector da saúde.
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Revista de Imprensa de temas europeus (24/10/2016)
Revista de Imprensa de temas europeus (24/10/2016)

Segundo o “DN”, são novas ideias que surgem um pouco por todo o país: Aveiro, Borba, Cantanhede, Coimbra, Lisboa, Porto, Torres Vedras ou até Rio Caldo em pleno Gerês.

“Lisboa vai ser o primeiro município da União Europeia a beneficiar do Plano Juncker”. A notícia está no Observador. O projecto do município da capital vai ser apresentado esta segunda-feira, a partir das 12h00, no Pátio da Galé, no Terreiro do Paço. São 250 milhões de euros direccionados para a regeneração urbana da cidade e para apoiar o crescimento e a competitividade.

Aí está o ultimato da Comissão Europeia à Bélgica. Segundo o jornal “Público”, o país tem até ao final do dia para dar o seu aval ao acordo comercial com o Canadá. Em causa, a decisão do Parlamento Regional da Valónia, que considera que o chamado acordo CETA é prejudicial para os agricultores europeus e põe em causa os direitos dos consumidores porque dá demasiado poder às multinacionais nos conflitos com os Estados.

Bruxelas sofre pressões do Governo canadiano para que o processo seja desbloqueado e essas pressões transferem-se do executivo comunitário para a Valónia. Se esta pequena região francófona não ceder até ao final desta segunda-feira, União Europeia e Canadá cancelam a cimeira de assinatura do acordo marcada para a próxima quinta-feira.

Os bancos internacionais “preparam-se para sair da Grã-Bretanha” já no início do próximo ano. É o que escreve o jornal “Telegraph”, que cita o presidente da Associação de Banqueiros Britânicos: Anthony Browne explica que várias instituições bancárias internacionais estão a preparar-se para retirar parte das suas operações da City de Londres no início 2017. Em causa está a incerteza sobre o que poderá ser a relação entre o Reino Unido e a União Europeia por causa do Brexit, cujos efeitos secundários se repercutem também no endividamento britânico.

O “Jornal de Negócios” explica que a dívida do país aumentou mais de 44 mil milhões de euros em Setembro, face ao mesmo mês de 2015. Considerando o período mais curto entre 23 de Junho, o dia do referendo britânico, e o final do mês de Setembro, o endividamento do Estado tem crescido, o que está a ter efeitos negativos para a economia.

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