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Passos Coelho considera BE e PCP partidos "retrógrados"

01 mai, 2016 - 15:42

O líder do PSD discursava no encerramento XXIV Congresso da JSD quando atacou os partidos que suportam a maioria parlamentar que sustenta o governo do PS.

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O líder do PSD, Pedro Passos Coelho, classificou hoje como "forças retrógradas" os partidos que sustentam o Governo socialista de António Costa, por quererem que o Estado tome conta de todos os sectores de actividade.

"Há forças retrógradas, que hoje nos governam, que querem fazer regredir a sociedade portuguesa a um debate que achávamos já estar superado", disse o dirigente social-democrata, na Batalha, distrito de Leiria, na cerimónia de encerramento do 24.º congresso nacional da JSD (Juventude Social-Democrata).

Num discurso de mais de meia hora, o antigo primeiro-ministro disse que "só uma atitude ideologicamente muito retrógrada é que podia pensar que as pessoas seriam entregues a si próprias sem nenhum enquadramento público, sem solidariedade social, e que o mercado funciona entregue a si próprio", sublinhou.



Comentários
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  • paulo
    02 mai, 2016 vfxira 09:34
    Sempre contra tudo e contra todos,nada de ideias para a melhoria das condições de vida do povo,nada para o desenvolvimento de Portugal,nada de ideias......apenas destila ódio e nunca mais se convence que já passou á história.Está na altura de sair da polica e dedicar-se ao privado que tanto gosta e de preferência num país estrangeiro.
  • dirigente?
    02 mai, 2016 pt 09:11
    Social democrata? Mas desde quando é que este trapaças se rege pelos valores da social democracia? Os media acham mesmo que este personagem é social democrata? Não enganem o Ze Pateta!...Se Sá Carneiro fosse vivo alguma vez este pandego era lider do PSD? Nem tão pouco era admitido na estrutura dirigente, quanto mais lider! Este oportunista e a sua rapaziada que tomaram conta do PSD, estao a destruir a prazo, o partido!
  • um gajo destes
    02 mai, 2016 lx 08:58
    Que fez o pais regredir economicamente 20 anos, vendeu os aneis ao desbarato, como foi o caso da EDP, sabendo-se hoje que deu em 2015, 500 milhões de euros de lucro aos chineses, que mandou os portugueses emigrarem, atingindo valores identicos aos dos anos 60 do seculo passado, quando ele nem ainda estava concebido, vem agora com aquele ar de sabichão, dizer que os outros é que são retrogados. Até quando temos de continuar a suportar este trapaceiro, compulsivo.
  • há comentários
    02 mai, 2016 pt 08:47
    Antes das 16:54 que ficaram na gaveta...não agradaram à RR!
  • Eugénio Sepulveda
    01 mai, 2016 Oleiros 20:37
    Este homem é um zero à esquerda.
  • mal vai
    01 mai, 2016 pt 19:41
    A nossa juventude se der credito a este mentiroso e trapaceiro, compulsivo! O iltimo paragrafo da noticia é bem demonstrativo que este figurão não deve estar nas suas perfeitas faculdades! Ora pensem bem, tudo o que afirmou não foi o que ele praticou durante 4 anos? Mais uma trapaça para o desnorte em que se.encontra este PSD! A ver se pega!...
  • Carlos Manuel
    01 mai, 2016 Laranjeiro 19:08
    Penso que está na altura de emigrares, e já !!
  • Carlos Gonçalves
    01 mai, 2016 Almada 18:36
    Este, ainda não despertou para a realidade. Acorda e pensa que ainda é 1º Ministro. Austeridade em cima de austeridade. Tinha os cofres cheios, do sangue dos Portugueses. Se " ganhassem " era os ossos. Vai levar muito tempo para se curar . Ai aguenta aguenta.
  • Luis
    01 mai, 2016 Lisboa 17:28
    O homem falou do governo de esquerda põr-se ao fresco e veio logo todo o mundo a acusá-lo e bem de utilizar linguagem de taverna. Vaí daí quis dar uma de erudito e debitou aquela de "retrógado" sem saber sequer qual o significado da palavra. Devia ter ouvido a palavra num sitio qualquer e então há que debitá-la. Não passou disso. O homem não sabe o que diz e muito menos o que faz. Sempre foi assim.
  • 01 mai, 2016 Portugal 17:21
    Claro que sim! Progresso é lixar o povo e deixar o país à mercê das vontades da Ângela. Progresso é defender salários miseráveis para os amigos empresários poderem sustentar o mercado do luxo. Progresso é vender o país ao desbarato para mostrar uns balancetes chorudos no orçamento de estado, e quem vier atrás que feche a porta.