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Rangel passa por feira em Trancoso e desvia-se de campanha do PS

17 mai, 2019 - 14:10 • Paula Caeiro Varela

Cabeça-de-lista do PSD diz que “sempre esteve à vontade” em campanha, mas também não é o “Paulinho das feiras”. Do lado do eleitorado, a indecisão é muita.
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As voltas da caravana do PSD passaram, nesta sexta-feira de manhã pela feira e quase se cruzaram com as da caravana socialista, que também por lá andava.

Foi preciso dar umas voltas ao espaço para não chocar de frente com o rival do PS. Do lado do eleitorado, José anda de caneta do PSD numa mão e postal do PS na outra.

“Votar tenho que votar. Moralmente vou votar. Agora, não tenho é ainda designado para onde há-de ir o meu voto. Vem um diz mal, vem outro diz mal... todos dizem mal uns dos outros, em quem vamos votar?”, questiona.

Paulo Rangel, cabeça-de-lista social-democrata, foi distribuindo canetas e apelando ao voto com a convicção de que é possível convencer os potenciais eleitores a fazer a cruz no seu partido.

Mas nunca é possível convencer todos. Nem todos se deixam convencer. E nem todos os candidatos estão na feira como no palco. Paulo Rangel não quer incomodar, mas garante que sempre esteve à vontade, fosse no palco de um comício ou na feira de Trancoso.

“Sempre estive à vontade. Houve aí uma ligeira confusão. Mas ‘Paulinho das feiras’, aí já não. Aí já é muito à vontade”, diz à Renascença. À vontade não é à vontadinha.

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