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OSCOT

​Portugal intolerante? “Não podemos generalizar, mas há sintomas preocupantes”

13 fev, 2019 - 13:58 • Redação

Presidente do Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo diz que fenómenos de extrema-direita e correntes xenófobas são preocupantes a nível europeu e recomenda prevenção em Portugal.
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O presidente do Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo (OSCOT), José Manuel Anes, não considera que a sociedade portuguesa seja intolerante, mas admite que “há sintomas preocupantes”.

“Não podemos generalizar a partir destes episódios pontuais que a sociedade seja intolerante. Podemos dizer que há sintomas preocupantes, mas que têm de ser resolvidos pelas instituições e sobretudo pela educação para a tolerância”, diz José Manuel Anes, em entrevista à Renascença.

Anes considera “fundamental que a escola, os órgãos de informação e o próprio Estado façam campanhas de tolerância, de abertura ao outro”.

“Não tem sido muito visível esse fenómeno de extrema-direita e de correntes xenófobas. É preocupante a nível europeu, mas aqui ainda não se vê essas correntes a nível de uma movimentação organizada”, acrescenta.

“O fundamental é prevenir”, remata o presidente do OSCOT.

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