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Novo Cartão de Emergência fornece informações médicas adicionais

14 jan, 2019 - 10:40 • Carla Fino , com Redação

Dá conta dos problemas de saúde, como alergias e outras informações adicionais relativas a doenças crónicas. É gratuito e pode ser adquirido no sites da GNR, PSP e INEM.
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O que é o novo Cartão de Emergência? Este documento, que reúne dados pessoais e de saúde, pretende melhorar a comunicação entre quem visita o país e as autoridades.

Em colaboração com a GNR, a PSP e o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), a Associação Safe Communities Portugal quis dar resposta a uma necessidade identificada pela comunidade estrangeira em Portugal, disponibilizando num único documento dados pessoais e de saúde que podem ser úteis às equipas médicas e às autoridades numa situação de emergência. Contudo, também pode ser utilizado por todos os cidadãos.

Vai ser dado a conhecer às comunidades estrangeiras em Portugal através das respetivas embaixadas.

O novo cartão “não substitui um documento de identificação oficial, mas pretende funcionar como uma fonte de informação adicional que contém dados específicos como medicação, alergias, doenças atuais ou até informação sobre as autoridades dos países de origem dos cidadãos, para situações em que se revele necessário estabelecer um contacto direto”, explica a página do Serviço Nacional de Saúde.

O documento é gratuito e pode ser adquirido no sites da GNR, PSP, INEM e Safe Communities Portugal. Os cidadãos interessados podem assim descarregar o cartão em formato PDF nas páginas destas instituições, preencher com os dados que entenderem adequados, recortar e plastificar o documento para que possa estar sempre na sua posse.

João Nunes, do INM, explica que muitas vezes, a língua é o grande obstáculo em situações de urgência. “O que se pretende é que nos permita identificar um conjunto de informações que de outra forma não teríamos acesso. Às vezes por uma questão de barreira linguística ou pelo facto de alguém estar inconsciente e não conseguir falar. Mas lembro que todos os dados são da responsabilidade do próprio”.

Comentários
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  • Filipe
    14 jan, 2019 évora 11:09
    Só falta meterem chip´s como nos cães e gatos ... pedem hospitais novos ... se depois a massa humana que atende os utentes só 20% é dedicada , o resto está lá para mamar ordenados e está-se lixando para a saúde do povo , parece mesmo que tiraram os cursos na era Nazi .