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Pais querem paz e um contrato social na Educação

27 dez, 2018 - 22:07 • Redação

Jorge Ascensão, da Confap, diz à Renascença ser urgente conhecer as propostas de todos os partidos para a educação.

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O presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap), Jorge Ascensão, apela à paz na educação e defende a elaboração de um contrato social no setor.

Depois do veto do Presidente da República ao descongelamento parcial da carreira dos professores, os encarregados de educação pedem um consenso entre sindicatos e Governo que acabe com meses de greves e protestos.

Em declarações à Renascença, Jorge Ascensão considera urgente conhecer as propostas dos diferentes partidos para a educação.

“Um apelo aos partidos políticos e aos vários intervenientes no sistema educativo, sindicatos, etc… que estabeleçam um contrato social, que estabeleçam as condições que permitam paz para a educação.”

“Precisamos que os partidos políticos digam, claramente, aquilo que pretendem, quais são as suas posições e medidas, e depois com base nesse contrato social, seja possível de acordo com a decisão dos portugueses, seja possível concretizar essas medidas previamente propostas e estabelecidas”, sublinha o presidente da Confap.

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  • Cidadao
    28 dez, 2018 Lisboa 10:48
    Os contratos rasgam-se facilmente, por cá. O que foram os congelamentos de carreiras, os cortes de pensões e salários, as alterações à Legislação Laboral extendidos a todos e não apenas aos que entram de novo, o desaparecimento do "vínculo" na Função Pública - transformado num "contrato por tempo indeterminado", dizia-se com as mesmas características, mas que alguns governos quiseram aproveitar para despedir os funcionários antigamente sob "vínculo", e só foram travados pelo Tribunal Constitucional, que o Cavaco Silva... estava "preocupado" com outras coisas - senão rasgar contratos? Sempre em nome do "interesse nacional" que é uma interpretação que dá jeito ao governo em funções, com a simples assinatura dum ministro e o aval dum PR cúmplice, defraudaram-se expectativas, destruíram-se carreiras, acabou-se com a estabilidade de Vida arduamente conquistada, e no fim... apenas serviu para os do costume manterem ou aumentarem as riquezas e para manter à tona um sistema bancário sem supervisão e que é um caso de polícia e Tribunal. Contrato social? Bahh! Fiem-se na Virgem ...
  • Filipe
    27 dez, 2018 évora 22:31
    Ora boa , com as Autarquias a comandarem praticamente os destinos das escolas em breve , avisem já os alunos para começarem a criarem fundos para comprarem papel higiénico , pois os fundos transferidos vão servir para patuscadas , concertos do Zé do Milho , Lda e angariação de votos , alguns até para renovar a frota de Mercedes . Se as competências que estão distribuídas faz dezenas de anos a esta parte como arranjo de espaços públicos , apanha do lixo , apanha de ervas , renovação de estradas e passeios é o que se vê todos os dias encostados às moscas que pousam e são sempre as mesmas ... Esperem para ver !