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Macron pede combate pela paz e por um mundo melhor no centenário do Armistício

11 nov, 2018 - 11:34

Numa cerimónia em Paris, onde marcaram presença muitos líderes mundiais como Donald Trump, Vladimir Putin ou Marcelo Rebelo de Sousa, o Presidente francês disse que o verdadeiro inimigo dos dias de hoje são problemas como o aquecimento global ou a pobreza.
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O Presidente francês apela aos líderes mundiais que juntem as suas esperanças em vez de oporem os seus medos. Emmanuel Macron falava este sábado, em Paris, nas cerimónias do centenário do Armistício, que marcou o fim da I Guerra Mundial.

Numa cerimónia junto ao Arco do Triunfo, onde marcaram presença muitos líderes mundiais como Donald Trump, Vladimir Putin ou Marcelo Rebelo de Sousa, o chefe de Estado francês disse que o verdadeiro inimigo dos dias de hoje são problemas como o aquecimento global ou a pobreza.

“Todos nós aqui, dirigentes políticos devemos neste dia, 11 novembro 2018, reafirmar perante os nossos povos a nossa verdadeira e imensa responsabilidade a de transmitir aos nossos filhos o mundo que as gerações anteriores tinham sonhado”, declarou.

“Juntemos as nossa esperanças em vez de opor os nossos medos. Juntos podemos ir contra essas ameaças, contra o aquecimento global, o desemprego, a pobreza, a fome, a doença, as ilegalidades e a ignorância. Nós iniciámos esse combate e podemos vencê-lo. A vitória é possível”, defendeu Emmanuel Macron.

Cem anos após o fim da I Guerra Mundial, que provocou a morte a milhões de pessoas, o Presidente francês deixou mais um apelo aos líderes mundiais.

“Esperemos que esta reunião não seja apenas a reunião de um dia único. Que esta fraternidade, meus amigos, nos leve a fazermos juntos o único combate que interessa: o combate pela paz e por um mundo melhor. Viva a paz entre os povos e entre os Estados. Viva as nações livres no mundo. Viva a amizade entre os povos. Viva a França”, afirmou Emmanuel Macron.


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  • Gustavo
    11 nov, 2018 Gois 13:44
    Este franciú é mesmo poucochinho. No discurso do centenário de uma guerra que terá vitimado cerca de 20 milhões de seres humanos, estar a falar em aquecimento global, no mínimo tenho que dizer que o cérebro de Macron é pequenino! Considero que é desumano. É o cúmulo do ridículo!