09 out, 2018 - 14:44
Em comunicado, a PGR admite que apenas "há um arguido" e não se trata de nenhum dos nomes apontados na notícia do Correio da Manhã.A Procuradoria Geral da República desmentiu, em comunicado, que Luís Filipe Vieira seja arguido no caso dos e-mails.
A notícia foi avançada pelo "Correio da Manhã", e dava conta que o presidente do Benfica era arguido no caso há quase um ano, por suspeitas de corrupção desportiva.
Para além de Vieira, O "CM" avançava que também o ex-assessor jurídico da SAD encarnada, Pedro Guerra, comentador desportivo, e Adão Mendes, ex-árbitro, eram arguidos no caso.
Esta informação foi igualmente desmentida pela Procuradoria Geral da Repúbica, que admite que apenas existe "um arguido constituído", e que não se trata de "nenhuma das pessoas mencionadas na notícia".
No caso dos e-mails são investigados crimes de corrupção ativa e passiva, de forma a pressionar árbitros para alegadamente favorecer o Benfica.