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O exótico na faiança e no azulejo portugueses

21 dez, 2013

Neste último “Ensaio Geral” do ano, embarcamos para o Oriente e visitamos uma exposição sobre a China, no Museu Nacional do Azulejo, em Lisboa.

“O exótico nunca está em casa?” é o nome desta mostra que reúne 75 peças, uma herança da China na faiança e no azulejo portugueses dos séculos XVII e XVIII.

O Oriente, neste caso Macau, também inspirou um livro que é também um documentário sobre a viagem de Miguel Gonçalves Mendes, realizador de “José e Pilar”, e dos escritores brasileiros João Paulo Cuenca e Tatiana Salem Levy.

"Nada tenho de meu - Diário de viagem ao Extremo Oriente" é o nome desta série que estreou esta sexta-feira na RTP2 e que resultou também num livro que tem prefácio do escritor português Valter Hugo Mãe.

Em tempo de Natal, a Orquestra Metropolitana vai interpretar o “Messias”, de Handel, este sábado, dia 21, no Fórum Luisa Todi, em Setúbal, e domingo na Basílica do Palácio Nacional de Mafra.

O presidente do Centro Nacional de Cultura (CNC) e colaborador habitual do “Ensaio Geral”, Guilherme d’Oliveira Martins, escolhe os melhores livros do ano.

Na música, navegamos pelas “Cartas de Um Marinheiro”, o primeiro álbum dos Senhor Vadio, um sexteto liderado por José Flávio Martins, músico e compositor que também fez carreira em formações como os Frei Fado D'el Rei, Ceia dos Monges, Roldana Folk, Lumen ou Atlântida.

“Ensaio Geral” é um programa da jornalista Maria João Costa com sonorização de Rui Glória, que pode ouvir na Renascença às sextas-feiras, pelas 23h30, ou a qualquer altura na Internet.