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Bispos angolanos vedam comunhão a praticantes de feitiçaria

26 nov, 2012 • Domingos Pinto

Episcopado centra as atenções nas questões sociais e da família depois de ter conseguido evitar a legalização do aborto em Angola.  

Depois de anos a admoestar os praticantes de feitiçaria e a falar da incompatibilidade entre estes actos e a prática católica, a Igreja angolana vai mesmo passar das palavras aos actos.

Os fiéis que estiverem envolvidos em práticas de feitiçaria vão ser fortemente penalizados e vão ser proibidos, por exemplo, de comungar nas missas.

A decisão foi anunciada em Luanda no final da Assembleia Plenária da Conferência Episcopal de Angola e S. Tomé e Príncipe de onde saiu também um mensagem pastoral sobre “A Família e a Cultura”.

O documento aborda questões familiares e sociais pouco depois de os bispos angolanos terem conseguido que o governo retirasse uma proposta de lei para legalizar o aborto no país, como explica o Arcebispo de Huambo, D. José Queirós Alves, Presidente da Comissão Episcopal da Família e membro do conselho permanente da Conferência Episcopal de Angola.