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Dois anos depois, duas derrotas e duas vitórias para a selecção do Vaticano

23 out, 2012

Equipa já foi orientada por Giovanni Trapattoni e é uma de apenas oito selecções de países independentes que não faz parte da FIFA.

Dois anos depois, duas derrotas e duas vitórias para a selecção do Vaticano
Faz hoje dois anos que a selecção de futebol do Vaticano disputou o seu primeiro desafio "a sério". A 23 de Outubro de 2010, um grupo de sacerdotes, seminaristas e guardas suíços, orientados por Giovanni Trapattoni, defrontou uma selecção da polícia financeira italiana, perdendo por 1-0. O jogo, como todos os outros disputados desde então, teve por objectivo a angariação de fundos para caridade.

Seguiram-se dois jogos com o mesmo resultado, mas com valor diferente. Primeiro, a selecção do Vaticano bateu em casa uma selecção de polícias de Roma por 9-1. Depois, perdeu pelo mesmo resultado contra a selecção da Palestina, num jogo que se realizou naquele território e que tinha por objectivo expressar solidariedade com o povo palestiniano.

O Vaticano é um de apenas oito países independentes cujas selecções não são reconhecidas pela FIFA, encontrando-se na companhia de Tuvalu, Kiribati, Estados Federados da Micronesia, Nauru, Ilhas Marshall, Palau e Mónaco. Foi contra este principado que decorreu o mais recente jogo dos rapazes do Vaticano, que terminou numa vitória por 2-1.

Antes de 23 de Outubro de 2010, já se tinham disputado alguns desafios entre o Vaticano e outras equipas, mas sempre de forma relativamente desorganizada. Só a partir do jogo com a polícia financeira italiana, para o qual Trapattoni foi convidado a orientar a equipa, é que a estrutura da selecção se tornou mais profissionalizada, com convocatórias oficiais.

A selecção utiliza as cores amarelo e branco, com equipamentos produzidos pela Diadora.