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Bispo auxiliar de Lisboa queixa-se da cultura de morte legalmente protegida

18 dez, 2011

A celebração foi promovida pelo "Presépio na Cidade", que organizou também esta tarde a "Via da Alegria” em Lisboa.

Há uma cultura de morte legalmente protegida. A queixa foi feita ao início da noite por D. Joaquim Mendes, bispo auxiliar de Lisboa, na  "Bênção das Grávidas" na Igreja dos Mártires.

“Sobre a humanidade de hoje paira como sombra ameaçadora a cultura da morte. A humanidade de hoje oferece-nos um espectáculo verdadeiramente degradante quando pensamos nos diversos âmbitos em que se realizam os atentados à vida e também o seu grande número, bem como no múltiplo e poderoso apoio que lhes é dado por um amplo consenso social, pelo frequente reconhecimento legal e até pelo envolvimento de uma parte dos profissionais de saúde”, disse.

Esta celebração foi promovida pelo "Presépio na Cidade", que organizou também esta tarde a "Via da Alegria", uma procissão com a imagem do Menino Jesus pelas ruas de Lisboa.

Na sua homilia, D. Joaquim Mendes deixou um apelo aos cristãos: “Os cristãos, para quem a vida - dádiva de Deus – é sagrada não podem viver distraídos e indiferentes perante os crescentes atentados à vida que se apresentam, uns de forma mais declarada, outros de forma mais subtil. Acolhamos com fé renovada a Cristo e seja mos com Ele sempre e em toda a parte promotores da vida”.

Perto de meia centena de grávidas participaram neste celebração, um momento importante na sua vida.