|

Campanha “Presentes Solidários” ajuda populações de países lusófonos

21 dez, 2014 • Ana Lisboa

É uma iniciativa da Fundação Fé e Cooperação que permite dar uma resposta concreta às necessidades mais prioritárias das populações, em áreas como a alimentação, saúde e educação.

Até 6 de Janeiro, Dia de Reis, decorre a campanha “Presentes Solidários” da Fundação Fé e Cooperação (FEC).

A FEC volta, assim, a ajudar as comunidades mais carenciadas nos oito países lusófonos.

Os presentes a oferecer são identificados pelos parceiros da Fundação que estão no terreno e que “nos fazem chegar estas informações e as carências das comunidades”, afirma Emanuel Oliveira, coordenador da campanha.

Habitualmente “vão ao encontro de necessidades tanto na área da alimentação, na área da saúde, área da educação. Por exemplo, para Angola podemos oferecer uma ecografia, para uma mulher poder ter o mínimo de acompanhamento seguro na sua gravidez”.

Para Cabo Verde, vão ser oferecidas galinhas e gaiolas, “que procura dar uma resposta muito concreta a necessidades de alimentação a famílias que ainda carecem destes bens tão essenciais”, explica este responsável.

No total são 11 presentes. Oito deles têm um preço que varia entre os 6 e os 35 euros. Outros três são presentes de valor mais elevado, entre os 130 e os 350 euros. “Destinam-se àqueles grupos que se juntam para oferecer presentes em nome de uma empresa, em nome de uma turma, em nome de uma paróquia”, refere Emanuel Oliveira.

A campanha tem como lema uma frase do Papa que diz “Para mudar o mundo, é preciso fazer bem a quem não tem possibilidade de retribuir”. A FEC acredita que esta iniciativa é uma resposta muito concreta ao desafio de Francisco.

Quem quiser contribuir, “a forma mais simples e mais directa e onde se encontra mais informação sobre cada presente é através do site da campanha que é www.presentessolidarios.pt . Se tiver dificuldades pelo site, pode sempre entrar em contacto connosco pelo telefone 21 886 17 10 e encontrar alguém que o ajudará e explicará a campanha”.