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Sínodo vai traduzir o casamento "numa linguagem mais adaptada aos nossos dias"

03 out, 2014

Teresa Ribeiro, especialista em Psicologia da Família, analisa o que vai marcar o sínodo que começa no domingo.

O Sínodo Extraordinário da Família vai “traduzir, numa linguagem mais adaptada aos nossos dias, um projecto de felicidade para cada um de nós”, diz Teresa Ribeiro, especialista em psicologia da família, em declarações à Renascença.

O acesso aos sacramentos por parte dos divorciados que voltaram a casar, pelo civil, será um dos temas a marcar o Sínodo, que começa no domingo, no Vaticano, subordinado ao tema "Os desafios pastorais da família no contexto da evangelização".

“Para as famílias católicas, há uma grande expectativa, mas o impacto das conclusões do sínodo também se poderá fazer sentir nas famílias em geral, muitas vezes angustiadas na procura de referências para orientar a sua acção”, considera Teresa Ribeiro.

O sínodo tem por base um documento que recolhe dados, testemunhos e sugestões enviados pelas dioceses, paróquias, movimentos e comunidades de todo o mundo católico, a partir de um questionário enviado pela Santa Sé, com perguntas sobre o matrimónio, família e educação cristã.

Participam neste sínodo os presidentes das confederações episcopais de todo o mundo e também alguns casais e especialistas na matéria.