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Papa pede orações pela China e pelas vítimas de Oklahoma

22 mai, 2013 • Filipe d'Avillez

Na missa matinal Francisco afirma que “matar em nome de Deus é blasfémia”.

Papa pede orações pela China e pelas vítimas de Oklahoma
Papa pede orações pela China e pelas vítimas de Oklahoma
O Papa Francisco recordou esta quarta-feira que se aproxima o dia de oração pela China, uma data estabelecida por Bento XVI. A data exacta é na próxima sexta-feira dia 22, dia em que a Igreja Católica celebra Nossa Senhora, Auxílio dos Cristãos, uma devoção muito popular entre os católicos chineses. O Papa lembrou ainda as vítimas do tornado de Oklahoma e pediu que todos rezassem em especial pelas crianças.
O Papa Francisco recordou esta quarta-feira que se aproxima o dia de oração pela China, uma data estabelecida por Bento XVI.

A data exacta é na próxima sexta-feira dia 22, dia em que a Igreja Católica celebra Nossa Senhora, Auxílio dos Cristãos, uma devoção muito popular entre os católicos chineses.

“Convido todos os católicos no mundo a unir-se em oração com os irmãos e as irmãs que estão na China, para implorar a Deus a graça de anunciar com humildade e com alegria Cristo morto e ressuscitado, de serem fiéis à sua Igreja e ao sucessor de Pedro”, disse o Papa.

Francisco fez ainda um apelo para que os cristãos chineses possam “viver o seu dia a dia no serviço ao seu país e aos seus concidadãos de modo coerente com a fé que professam”.

“Nossa Senhora de Sheshan, apoia o compromisso de quantos na China, entre as fadigas quotidianas, continuam a crer, a esperar, a amar, para que nunca tenham medo de falar de Jesus ao mundo e do mundo a Jesus”, pediu.

Durante a audiência geral, que reuniu em Roma dezenas de milhares de fiéis, incluindo o lendário jogador de futebol Francesco Totti, o Papa lembrou ainda as vítimas do tornado no Oklahoma.

Na sua catequese falou da evangelização, explicando que esta traz alegria e energia, ao contrário de quem se encerra dentro de si mesmo, tornando-se amargo. Esta missão evangelizadora pertence à Igreja mas a todos os católicos.

Questionando a multidão, o Papa disse: “O que é que faço com a minha vida? Trago unidade e comunhão, ou sou causa de divisão e ciúme?”

Ainda esta manhã o Papa presidiu à missa diária na Casa de Santa Marta, como é seu hábito, tendo afirmado na homilia que “matar em nome de Deus é blasfémia”, uma crítica explícita a todas as formas de violência religiosa.