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Francisco desafia jovens a terem coragem de permanecer no caminho da fé

28 abr, 2013

Durante a missa do sacramento do crisma, o Papa lembrou que "é preciso coragem para ir contra a corrente. É Ele que nos dá essa coragem".

Francisco desafia jovens a terem coragem de permanecer no caminho da fé
Francisco desafia jovens a terem coragem de permanecer no caminho da fé
Durante a missa do sacramento do crisma, este domingo, o Papa convidou os jovens a permanecer no caminho da fé. Na Praça de São Pedro, em Roma, Francisco desafiou os presentes a seguirem contra a corrente e sem medo das dificuldades. Depois, na recitação do Regina Coeli, lembrou as vítimas do colapso de um edifício no Bangladesh, exprimindo solidariedade para com as famílias e lançando um apelo à dignidade e segurança dos trabalhadores.
O Papa convidou os jovens que este domingo receberam o sacramento do crisma a permanecer no caminho da fé. Na Praça de São Pedro, em Roma, Francisco desafiou os presentes a seguirem contra a corrente e sem medo das dificuldades.

“Permaneceis firmes no caminho da fé, com segura esperança no Senhor. Aqui está o segredo do nosso caminho. Ele dá-nos a coragem de ir contra a corrente. Oiçam isto bem jovens! Ir contra a corrente! Faz bem aos corações. Mas é preciso coragem para ir contra a corrente. É Ele que nos dá essa coragem”, disse Francisco aos jovens.

O Papa sublinhou ainda que “não há dificuldades, tribulações, incompreensões que possam meter-nos medo, se permanecermos unidos a Deus como os ramos estão unidos à videira, se não perdermos a amizade com Ele, se lhe dermos cada vez mais espaço na nossa vida”.

Os apelos do Papa Francisco foram feitos na homilia desta manhã no Vaticano, durante a missa do sacramento do crisma, que juntou milhares de pessoas na Praça de S. Pedro.

Depois, na recitação do Regina Coeli, Francisco lembrou as vítimas do colapso de um edifício no Bangladesh. O Papa exprimiu solidariedade para com as famílias e lançou um apelo à dignidade e segurança dos trabalhadores.

“Neste momento, desejo elevar uma oração pelas numerosas vítimas causadas pelo trágico desmoronamento de uma fábrica no Bangladesh. Exprimo a minha solidariedade e profunda proximidade para com as famílias que choram os seus queridos e dirijo do fundo do coração, um forte apelo para que sejam sempre tuteladas a dignidade e segurança do trabalhador”, pediu Francisco.

Nesta altura há já poucas esperanças de encontrar sobreviventes entre os escombros. Quatro dias depois do acidente já morreram 363 pessoas, mais de 900 dadas como desaparecidas.