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Morreu o “pai do escutismo” português

22 mar, 2013 • Isabel Pacheco

Monsenhor Américo Ferreira Alves era de Braga. Segundo o arcebispo primaz tinha “uma paixão pela juventude, por um ideal, que gostava de ver sempre alerta para servir.”  

Próximo dos jovens, o Monsenhor Américo Ferreira Alves foi um dos impulsionadores do escutismo em Braga e no país.

Deixa obra e saudade na arquidiocese de Braga onde se formou, exerceu sua actividade pastoral, leccionou, e viveu até aos 95 anos.

O Arcebispo Primaz de Braga, D. Jorge Ortiga recorda a figura contagiante e entusiasta da juventude “a quem muito se deve a implementação do escutismo graças ao seu entusiamo pessoal e á capacidade de entusiasmar outros”, sublinha o prelado de Braga que lembra que “era algo que lhe vinha de dentro. Uma paixão por uma juventude, por um ideal que gostava de ver sempre alerta para servir.”

Uma atenção particular com a juventude que Monsenhor Américo Ferreira Alves “deixa como testamento”, diz D. Jorge Ortiga. “A arquidiocese de Braga terá de se apaixonar e apaixonar, ou apaixonar de novo, pela juventude.”

Natural de Joane, Vila Nova de Famalicão, o Monsenhor Américo Ferreira Alves nasceu no segundo dia de Setembro de 1917. Ordenado em 1942, fez toda a sua vida na Arquidiocese de Braga, onde foi ecónomo, professor e vice presidente do Lar D. Pedro V.