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Câmara de Mora deu 21 mil euros para apoiar 22 nascimentos

07 jan, 2015 • Rosário Silva

Há 10 anos, que o município tem em curso uma política de apoio à natalidade. São 500 euros para o primeiro filho, mil euros para o segundo e 1.500 euros a partir do terceiro.

Em 2014, nasceram no concelho de Mora, 22 bebés, tendo sido atribuídos 21 mil euros de incentivos pela autarquia. A consolidação da pequena indústria e a aposta no turismo são, entre outros, sectores que dinamizam este pequeno concelho do interior do distrito de Évora com cerca de cinco mil habitantes.

Há 10 anos, que o município tem em curso uma política de apoio à natalidade. Por si só, não chega, mas há toda uma dinâmica envolvente que o município quer continuar a desenvolver para fixar pessoas.

O grande trunfo continua a ser o conhecido Fluviário de Mora, reconhece o presidente da autarquia. “Não só pelos postos de trabalho directos que ajudou a fixar, mas também pelos indirectos. Desde 2007, o número de nascimentos no concelho aumentou relativamente aos anos anteriores”.

“Tivemos anos que andamos pelos 15, 16 nascimentos e desde essa altura que o número tem sido superior”, confirma Luís Simão à Renascença.

O autarca de Mora orgulha-se do trabalho desenvolvido, mas diz ser preciso mais: “Este é um problema de todo o interior do país e o enquanto o Governo central não tiver medidas de discriminação positiva para empresas ou para pessoas destas regiões, então esta situação de despovoamento não se vai inverter” afiança Luís Simão.

Desde que lançou a política de apoio à natalidade, que se traduz na atribuição de subsídios, e até ao final de 2014, a Câmara de Mora já apoiou o nascimento de 235 bebés, num total de 181 mil euros.

São 500 euros para o primeiro filho, mil euros para o segundo e 1.500 euros a partir do terceiro.