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Reformados revoltados mostram “cartão vermelho” ao Governo

22 jan, 2014

Enquanto reformados e pensionistas se manifestavam cá fora, no Parlamento estava em discussão a lei da convergência das pensões e o orçamento rectificativo.

Reformados revoltados mostram “cartão vermelho” ao Governo
Reformados revoltados mostram “cartão vermelho” ao Governo
Várias associações de reformados protestaram esta quarta-feira à tarde junto ao Parlamento. O alvo dos protestos são as propostas do Governo que os deputados debatem esta tarde no âmbito do orçamento rectificativo e da convergência de pensões. Segundo as propostas, os funcionários públicos que pedirem a reforma este ano vão ter um corte de 10% naquele que seria o seu rendimento esperado e, além disso, vão pagar contribuição extraordinária de solidariedade (CES).
Várias associações de reformados protestaram esta quarta-feira à tarde junto ao Parlamento. O alvo dos protestos são as propostas do Governo que os deputados debateram esta tarde no âmbito do orçamento rectificativo e da convergência de pensões.

“É um cartão vermelho” para este Governo e “outros cartões serão mostrados. A luta não pára aqui. No dia 1 de Fevereiro iremos também manifestar-nos conta a política deste Governo”, disse à Renascença o presidente da Confederação Nacional de Reformados, Pensionistas e Idosos (MURPI), Casimiro Menezes.

Estes reformados e pensionistas estão revoltados com “com as políticas deste Governo que estão a penalizar os reformados” e exigem a “demissão deste Executivo” e “convocação de eleições antecipadas”. Querem “um outro Governo e uma outra política” e prometem não parar de lutar.

Também a Associação de Aposentados, Pensionistas e Reformados (APRe) marcou para esta quarta-feira uma concentração em frente à Assembleia da República, para protestar contra as "medidas constantes" nos dois orçamentos do Estado relativas aos reformados.

Enquanto reformados e pensionistas se manifestavam cá fora, no Parlamento estava em discussão a lei da convergência das pensões e o orçamento rectificativo. Segundo as propostas os funcionários públicos que pedirem a reforma este ano vão ter um corte de 10% naquele que seria o seu rendimento esperado e, além disso, vão pagar contribuição extraordinária de solidariedade (CES).