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Pedro Proença

Covid-19. Liga acredita que futebol é seguro e não volta a parar

11 jan, 2021 - 20:33 • Lusa

Pedro Proença acredita que o futebol profissional manterá atividade, "pela forma exemplar como se tem posicionado nas variadas etapas de combate à pandemia".

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O presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), Pedro Proença, manifestou esta segunda-feira a esperança de que as competições não vão parar, mesmo que Portugal volte a um novo confinamento geral devido à covid-19.

“Com a situação pandémica a agravar-se de forma particularmente intensa neste início de ano, o Governo será forçado a adotar, ao que tudo indica, novo período de confinamento geral. É nossa firme convicção que o futebol profissional, pela forma exemplar como se tem posicionado nas variadas etapas de combate à pandemia, vai prosseguir a sua atividade”, escreveu o dirigente nas redes sociais.

Para ilustrar a segurança do futebol profissional, Pedro Proença recorda que, até final de dezembro, a LPFP já realizou “33 mil testes”, nomeadamente “26 mil PCR e sete mil de antigénio”, confiando, por isso, que estes “impressionantes números” sejam tidos em conta pela tutela na hora de anunciar as medidas restritivas.

O dirigente, que anunciou uma nova atualização de números nos próximos dias, entende que “ninguém pode ficar indiferente” a este registo.

“Os clubes, assim como os jogadores e demais agentes desportivos, com o mesmo sentido de responsabilidade social evidenciado ao longo de todo o processo, continuarão em campo, com todas as precauções tidas como essenciais pelas entidades competentes”, prometeu.

Devido à pandemia, em Portugal, o futebol parou em 12 de março de 2020 e só voltou à normalidade, sempre sem público, no início de junho.

Portugal regista hoje 122 mortos relacionados com a covid-19, o valor diário mais elevado desde o início da pandemia, e 5.604 novos casos de infeção com o novo coronavírus, segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS).

Este é o dia com maior número de mortes diárias registadas desde o início da pandemia, em março de 2020, superando o recorde registado na sexta-feira, quando os dados davam conta da morte de 118 pessoas.

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  • José J C Cruz Pinto
    12 jan, 2021 ILHAVO 04:59
    Qual seguro, qual carapuça?! Só se for sem qualquer público, sem celebrações, sem visualizações em espaços públicos abertos ou fechados, e com todos os "intervenientes" rigorosamente confinados e incomunicáveis uns com os outros e com quaisquer outras pessoas - jogadores, equipas técnicas, dirigentes, árbitros, ...e até as bolas!

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