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Mundial

Antiga primeira-ministra da Dinamarca no Qatar com "braçadeira" arco-íris

22 nov, 2022 - 14:17 • Redação

Helle Thorning-Schmidt assistiu ao Dinamarca-Tunísia com as cores do arco-íris nos braços. A seleção nórdica quis utilizar braçadeira com mensagem de apoio à comunidade LGBTQ+, mas foi impedida pela FIFA e pelo Qatar.

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Foto: Joel Marklund/Bildbyran
Foto: Joel Marklund/Bildbyran
Foto: Mads Claus Rasmussen/EPA
Foto: Mads Claus Rasmussen/EPA

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Helle Thorning-Schmidt, antiga primeira-ministra dinamarquesa, entrou no estádio no Qatar para assistir ao jogo da sua seleção frente à Tunísia com um vestido com as cores do arco-íris, proibido no país e no Mundial.

O Qatar tem tentado limitar as manifestações sociais durante o Campeonato do Mundo e proibiu que os capitães utilizassem as braçadeiras ‘One Love’ (‘um amor’), uma mensagem de apoio para a comunidade LGBTQ+, e tem proibido adeptos e jornalistas de utilizarem roupas com o mesmo símbolo.

No entanto, Helle Thorning-Schmidt desafiou as posições da FIFA e do Qatar e entrou no estádio com um vestido com as cores do arco-íris nas mangas, fazendo lembrar uma braçadeira.

"É uma situação muito triste. A Federação lutou desde o primeiro dia para que algo fosse feito na FIFA. Fico feliz pelas sete federações que trabalharam juntas nisto, mas talvez seja a hora de jogar futebol, o que não significa que estejamos a desistir da luta pelos direitos LGBT. Vale a pena lembrar que apenas sete países acharam isto uma boa ideia. Estamos felizes pro continuar a lutar", disse.

Thorning-Schmidt colabora com a Federação dinamarquesa para promover o futebol feminino no país. A antiga primeira-ministra liderou o Governo entre 2011 e 2015.

Inglaterra, País de Gales, Bélgica, Dinamarca, Alemanha, Países Baixos e Suíça dispensaram os seus capitães do uso da braçadeira, face à possibilidade de serem penalizados, mas referiram estar “frustrados” com a inflexibilidade demonstrada pela FIFA.

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