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Ribeiro Cristovão
Opinião de Ribeiro Cristovão
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​Dançar ao som do chicote

04 out, 2022 • Opinião de Ribeiro Cristovão


Afinal, tal como por cá, os resultados também falaram mais alto, e tanto Lage como Carvalhal, já não fazem parte dos quadros dos clubes onde militaram até há poucos dias.

Estamos ainda numa fase inicial das competições de futebol e as “chicotadas” atingiram já um número considerável em diversos campeonatos, na Europa bem como noutros continentes.

E os treinadores portugueses não têm passado ao lado deste flagelo.

Os mais recentemente despedidos, Bruno Lage e Carlos Carvalhal, chegaram a atingir no campeonato português considerável notoriedade, o primeiro ao serviço do Benfica, o outro no Sporting Clube de Braga.

Não causaram então surpresa os saltos que ambos deram para outros campeonatos.

Era, no fim, o reconhecimento do seu trabalho nos seus países de origem, um merecido prémio, sobretudo pelo que deve ter representado num encaixe financeiro que no nosso país não seria possível.

Afinal, tal como por cá, os resultados também falaram mais alto, e tanto Lage como Carvalhal, já não fazem parte dos quadros dos clubes onde militaram até há poucos dias.

No caso do ex-treinador do Benfica, com a posição da equipa inglesa em lugar de despromoção, com apenas seis pontos conquistados em oito desafios, tornou-se inevitável a decisão assumida.

O Wolves, o clube mais português da Premier League, com sete jogadores nossos compatriotas a terem largo contributo para tudo quanto aconteceu até aqui, enquanto Carvalhal dirigiu o Al-Wahda, dos Emiratos Árabes Unidos em apenas quatro jogos, com uma vitória, um empate e duas derrotas. A justificação para a saída do treinador português limita-se à informação de questões internas do clube, sem nada mais acrescentar.

À parte estas questões, importantes e a merecerem especial atenção, temos hoje o regresso da Liga dos Campeões Europeus, com duas equipas nossas em ação, o campeão e o vice-campeão portugueses,

Ao fim da tarde, os leões defrontam o Marselha em jogo à porta fechada, por razões de ordem disciplinar, o que pode não chegar para ajudar a equipa portuguesa.

Os marselheses ocupam o segundo lugar no campeonato, a dois pontos do líder PSG, o que atesta o valor da equipa do sul de França.

Quanto aos portistas, jogam no seu estádio frente ao Bayer Leverkusen, dispondo aí de uma excelente oportunidade para conquistar os primeiros três pontos. O Bayer vem de uma derrota copiosa (4-0) frente ao Bayern de Munique, na passada jornada do campeonato germânico.

Veremos se são capazes de atingir essa meta.

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  • Ivo Pestana
    04 out, 2022 Funchal 19:36
    E os árbitros, quando levarão com o chicote? O Vitor Ferreira e o tal do VAR, derrotaram o Marítimo com um penalty inexistente. Quem irá ressarcir o Marítimo?