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Aumento dos salários. “Alguma coisa tem que ser feita”

João Duque

Aumento dos salários. “Alguma coisa tem que ser feita”

03 out, 2022 • Olímpia Mairos


Comentador da Renascença olha para o aumento dos salários. Sindicatos da Função Pública vão ficar a saber esta segunda-feira quanto é que o Governo propõe para 2023.

O comentador d’As Três da Manhã admite que os aumentos salariais “no limite” poderiam “ir até à inflação”. No entanto, aceita que o ministro das Finanças “o não queira fazer, com base na tese de não querer dar folego ou ânimo à própria inflação”.

“O aumento elevado dos salários leva a um aumento do poder aquisitivo. E isso leva a que as pessoas continuem a fazer pressão sobre a procura do lado da procura e, portanto, fazer subir os preços”, explica.

Mas, no entender de João Duque, este argumento esbarra um bocadinho contra o impacto que os portugueses têm no cômputo da inflação europeia, que é quem governa a política monetária e a política de orientação global da União Europeia.

Os sindicatos da Função Publica vão ficar a saber esta segunda-feira quanto é que o Governo propõe para 2023. Já se sabe que há aqui uma divergência à partida: os sindicatos exigem um valor que compense a inflação, entre os 7 e os 10% e o Governo já disse que não pode ir tão longe, admitindo que pode chegar aos 4,8%. Mas, ainda que vá até aos 4,8% de aumentos há uma perda real de rendimentos.

“E se nós somarmos o que já perdemos em 2021, com 2022, a soma só da inflação leva uma perda nominal real dos salários à volta dos 13,2%. Portanto, se pensarmos que o ano passado os pensionistas e os trabalhadores da administração pública foram aumentados 0,9 estamos a falar de uma perda, se nada fosse feito, de 12% e, portanto, alguma coisa tem que ser feita”, defende.

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