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Histórias do Europeu
A Renascença conta-lhe as glórias e as desventuras dos Campeonatos da Europa de futebol, uma história que tem início em 1960 e que se estende até aos dias de hoje. E há de tudo: lendas, vitórias épicas, derrotas inesperadas, golos especiais e episódios memoráveis. “Histórias do Europeu” é um programa para ouvir de segunda a sexta, ao meio-dia e às oito da noite, na Renascença e, sempre que quiser, em podcast.
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Lembra-se do Kinas e do Benelucky: o episódio 13 do “Histórias do Europeu” é sobre mascotes

"Histórias do Europeu"

Lembra-se do Kinas? E do Benelucky? O episódio 13 do “Histórias do Europeu” é sobre mascotes

30 mai, 2024 • Luís Aresta


Neste 13.º episódio, Luís Aresta fala-lhe sobre as mascotes dos Europeus. A Renascença conta-lhe as glórias e as desventuras dos Campeonatos da Europa de futebol. De 1960 aos dias de hoje… há de tudo: lendas, vitórias épicas, derrotas inesperadas, golos especiais e episódios memoráveis!

Lembra-se do Kinas? A nossa mascote do Euro2004, com ar divertido e capacidade para pontapés acrobáticos. Kinas com capa para ter um ar jovem, embora quem o batizou se tenha inspirado nas cinco quinas que desde finais do século 12 integram a bandeira nacional.

O Kinas é o sétimo irmão da família das mascotes dos Campeonatos da Europa. O irmão mais velho é o Pinóquio, que, com o seu nariz mentiroso, foi figura central no europeu de 1980, realizado em Itália.

Em 1984, França viu nascer o Peno, um galo de bola na asa, vestido com as cores da seleção gaulesa.

Quatro anos depois, na Alemanha, nascia o coelho Berni, com nome inspirado na cidade onde, em 1954, os germânicos se tinham sagrado campeões mundiais.

A facilidade com que os coelhos se reproduzem deve ter ajudado a que em 1992 fosse Rabbit, vestido de azul e amarelo, a mascote do Europeu na Suécia.

E por aqui se ficaram os coelhos, porque em 1996 Londres assistiu ao nascimento de Goliath, um leão com ar sorridente e majestoso que saltou do escudo de Inglaterra.

Chegamos a 2000 e ao Benelucky. Metade diabo, em homenagem aos “diabos vermelhos” belgas, metade leão, símbolo nacional dos Países Baixos. Benelucky era sinal de boa sorte.

Fazemos uma finta ao Kinas e vamos ao encontro de Trix e Flix, gémeos nascido em 2008 no Europeu da Áustria e da Suíça. Trix e Flix foram as primeiras mascotes sem bola.

A moda pega e, em 2012, é sem bola que vão a jogo Slavek e Slavko, gémeos de cabelo às cores, nascidos na fronteira entre a Polónia e a Ucrânia.

Em 2016, França anuncia Super Victor, equipado com uma capa mágica que lhe permite voar de cidade para cidade e que acaba por dar sorte a Portugal, campeão europeu em Paris.

Em 2020, inspiração e irreverência geram Skillzy, um ‘freestyler’ talentoso, cheio de truques para fintar os adversários.

Até que chegamos ao urso de peluche, mascote do Euro2024 na Alemanha, batizado Albart por crianças de toda a Europa.

Falta dizer que, de todas as mascotes do Europeu, só uma deu sorte ao país organizador. Foi o Peno, que em 1984 cantou de galo com a França campeã da Europa.


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