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"Depois do caos da pandemia, alunos apanham o ano caótico de greves"

Henrique Raposo

"Depois do caos da pandemia, alunos apanham o ano caótico de greves"

16 jan, 2023 • Sérgio Costa , Cristina Nascimento


Comentador considera que os sindicatos de professores não têm sido sensíveis ao lado dos alunos e pais e lamenta que não mudem a forma de pensar a escola pública. "A escola pública não tem de ser centralizada", defende.

O comentador da Renascença Henrique Raposo critica a contestação nas escolas que têm privado muitos alunos de aulas.

Embora reconheça que "os professores não são respeitados, sobretudo pelo Ministério", Raposo considera que as formas de luta agendadas pelo sindicatos esquecem "sempre o outro lado, o lado dos alunos e dos pais".

"Depois do caos da pandemia, os alunos apanham o ano caótico de greves", afirma, dando como exemplo o caso pessoal das duas filhas e do impacto que tem na vida profissional da mulher.

Henrique Raposo lamenta ainda que os sindicatos não mudem a forma como pensam a escola pública que, assegura, "não tem de ser centralizada".

Raposo questiona em particular o sindicalista Mário Nogueira, figura que está na liderança da Fenprof há 30 anos. "As coisas estão cada vez pior. Não é altura de mudar esse interlocutor", questiona.

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  • Petervlg
    17 jan, 2023 Trofa 08:58
    HENRIQUE, não sabes do que estas a opinar. Se queres opinar, vai para o ensino, atirado para um lugar, nem que seja a cerca de 75 km da tua habitação, portanto são150 km por dia, depois de lá estares opina.
  • Ex-professor
    16 jan, 2023 Felizmente 18:58
    Então e as greves de Médicos, de Transportes, de funcionários de Tribunal, de homens do lixo e todas as outras, também não prejudicam pessoas? Se uma greve não chateia ninguém, mais vale não fazer greve. Mas dê alternativas para a luta dos professores que não prejudiquem alunos nem Pais, e já agora também não prejudiquem os professores - é preciso não esquecer que 1 dia de greve é um dia de salário a menos, logo convém que a greve seja eficaz. Esperamos pela sua "Tempestade intelectual". Espero é que não seja do género "vão trabalhar de luto, como protesto" ou a minha favorita, "façam greve aos fins-de-semana e férias escolares".