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Bruxelas quer reforçar política europeia na área da Ciberdefesa

10 nov, 2022 • Vasco Gandra, correspondente em Bruxelas


Bruxelas sublinha que "o ciberespaço não tem fronteiras" e que os recentes ataques cibernéticos a redes de energia, infraestruturas de transporte e ativos espaciais mostram "os riscos que representam para atores civis e militares".

A Comissão Europeia apresentou esta quinta-feira um plano de ação para reforçar as capacidades da União Europeia contra ameaças cibernéticas que possam ocorrer no atual contexto de "deterioração do ambiente de segurança" com a guerra desencadeada pela Rússia na Ucrânia.

O executivo comunitário defende que os Estados-membros devem "aumentar significativamente os investimentos" na área da ciberdefesa.

Bruxelas sublinha que "o ciberespaço não tem fronteiras" e que os recentes ataques cibernéticos a redes de energia, infraestruturas de transporte e ativos espaciais mostram "os riscos que representam para atores civis e militares".

O executivo comunitário pretende "reforçar a cooperação e os investimentos em defesa cibernética para melhor proteger, detetar, dissuadir e defender" os Vinte e Sete contra um "número crescente de ciberataques".

A política europeia na área da ciberdefesa deverá assim assentar em várias iniciativas, segundo a Comissão. Os Estados-membros deverão aumentar significativamente os investimentos em capacidades militares modernas de ciberdefesa.

O bloco comunitário deve igualmente reforçar os mecanismos de coordenação entre os diferentes protagonistas a nível nacional e da UE por forma a aumentar a troca de informações e a cooperação.

A UE deverá ainda procurar estabelecer parcerias Sete na área da ciberdefesa com países terceiros próximos dos 27.

A Comissão e o Alto Representante para a Política Externa da UE deverão apresentar um relatório anual aos Estados-membros para avaliar os progressos na execução das ações na área da ciberdefesa.

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  • Boa!
    10 nov, 2022 UE 22:06
    Uma excelente ideia. Em termos cibernéticos, é possível desorganizar completamente um País inteiro, bloqueando transações bancárias, interferindo com funcionamento de Hospitais e transportes, sabotando distribuição de serviços básicos como água e alimentos, fornecimento de energia e telecomunicações - a Vodafone que o diga! - e tudo a partir dum teclado de computador. Ou seja, sem disparar um tiro, pode parar-se um País inteiro. Convém proteger os sistemas informáticos vitais e manter vigilância cibernética sobre possíveis atacantes. Para isso, será necessário apressar o passo, pois em termos de Guerra cibernética, a Rússia e a China estão muitos passos à nossa frente.