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O míssil de Przewodow

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O míssil de Przewodow

20 nov, 2022 • José Bastos


Nuno Botelho, Francisco Pereira Coutinho e José Alberto Lemos na análise da guerra na Ucrânia, Costa vs Costa, revisão constitucional e o Mundial do Qatar.

A inquietação causada pelos estilhaços de um míssil na aldeia polaca de Przewodow de 350 habitantes, a menos de 10km da fronteira ucraniana, na última terça-feira, renovou todos os receios de uma guerra alargada na Europa, envolvendo os aliados da NATO contra a Rússia.

Mas a prudência, equilíbrio e critério da reação dos aliados ocidentais, ainda antes de ganhar corpo a tese de uma ação não intencional, abriu uma estrada para a suavização de tensões, embora o incidente tenha relembrado quão próximo de um desastre se pode estar neste conflito.

Apenas as autoridades de Kiev não reconheceram ainda publicamente a explicação de que se tratou de um míssil do exército ucraniano (de fabrico russo) que se terá desviado da trajetória de interceção dos ataques russos.

Na Polónia, o presidente, Andrzej Duda, indicou “ser pouco provável que se volte a repetir um incidente do género’ e que não havia sido o início de um ataque organizado ou intencional. Antes ainda, o primeiro-ministro Mauteusz Morawiecki pedia calma aos seus compatriotas e alertava contra a vaga de notícias falsas, provocações e desinformação “que só beneficiam a Rússia”.

Se se concluísse que o míssil - que causou a morte a dois trabalhadores agrícolas em Przewodow – tivesse sido disparado pela Rússia, seria o primeiro ataque contra um país da NATO desde que a Rússia invadiu a Ucrânia a 24 de fevereiro. A racionalidade da reação aliada num momento de aparente viragem na guerra com a chegada do Inverno e a influência do G20 e do encontro Biden/Xi Jiping na pressão a Putin são ângulos em debate.

A análise é do dirigente da ACP – Câmara de Comércio e Indústria Nuno Botelho, do professor Francisco Pereira Coutinho e do jornalista José Alberto Lemos a olharem também para a polémica António Costa/Carlos Costa, as propostas de revisão constitucional e o Mundial do Qatar.

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