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O plano para não repetir erros

07 mar, 2021 • José Bastos


Carvalho da Silva, Óscar Afonso e ​Nuno Botelho na análise da atualidade.

Com os indicadores a melhorar, na gestão da pandemia os focos estão agora voltados para a próxima quinta-feira, 11, dia para o anúncio de António Costa sobre o plano (provisório) para o desconfinamento . Antes, já amanhã, segunda-feira o primeiro desenho do plano será apresentado na reunião quinzenal do Infarmed.

O primeiro-ministro disse já não querer regressar aos erros do passado. “As tragédias repetem-se quando os humanos repetem os erros que as produzem” , disse António Costa, a meio da semana.

Assim, o plano deverá ser consideravelmente mais cauteloso que o de 2020 e condicionado a um conjunto de variáveis que terão de ser atingidas para se avançar para a etapa seguinte. O ano passado o modelo era de três passos a cada 15 dias.

Em Março/Abril de 2021 não há lugar a metas definidas no calendário e o plano só acaba quando todas as alíneas de saúde pública foram cumpridas. O enunciado gradualista estará também muito ligado a campanhas extensivas de rastreio e vacinação. O plano do dia 11 deverá também compreender diferentes ritmos para distintas regiões e escolas.

A análise ao plano para desconfinar/ ano 1 da pandemia é de Nuno Botelho, presidente da ACP – Câmara de Comércio e Indústria , Manuel Carvalho da Silva, professor da Universidade de Coimbra e Óscar João Afonso, docente da Universidade do Porto e presidente da OBEGEF. Também se olhará para o PRR, Carlos Moedascandidato em Lisboa – e segundo mandato de Marcelo Rebelo de Sousa, terça, dia 9.

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