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Inverter o ciclo no pós-pandemia - Conversas Cruzadas
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CONVERSAS CRUZADAS

Inverter o ciclo no pós-pandemia

13 dez, 2020 • José Bastos


João Cerejeira, Eduardo Baptista Correia e Nuno Botelho na análise da estagnação económica.

Seis meses depois a “bazuca” foi finalmente desbloqueada e a iminente distribuição de fundos (final do primeiro semestre de 2021) é a melhor notícia em semanas para a evolução económica da zona euro e, em particular, da economia portuguesa.

Em Portugal a pressão é negativa no caso do desemprego. A OCDE antecipa uma queda de 8,4 do PIB em 2020, o crescimento de 1,7% em 2021 e 1,9% em 2022. Assim, a OCDE estima que nem em três anos se terá recuperado metade da queda desde ano.

Os principais parceiros europeus estão também sob o efeito dos confinamentos invernais e um dos mais completos índices de confiança económica, o PMI, (purchasing managers index) não antecipa tendências risonhas nos serviços e indústria da zona euro.

No caso português, apesar da recuperação dos últimos anos nas exportações, o país continua dependente dos fundos europeus para o investimento público (peso de 84% em 2015-2017, o maior da UE. Leste incluído), tem a economia estagnada (está no grupo dos 10 países do mundo a crescer menos 2000-2019) com problemas de dívida pública, banca e demografia.

Como voltar a crescer no pós-pandemia e inverter o ciclo da estagnação? É uma das questões neste espaço em que se olhará ainda para o Natal da ‘responsabilidade individual’, para a gestão da TAP / Pedro Nuno Santos e eleições presidenciais.

A análise é de Eduardo Baptista Correia, professor universitário, CEO do Tagus Park, João Cerejeira, professor da Universidade do Minho e Nuno Botelho, presidente da ACP Câmara de Comércio e Indústria do Porto.

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