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Maria Bethânia, Joss Stone e Pink Martini em Oeiras

Ana Marta Domingues


São as primeiras confirmações do Festival Jardins do Marquês - Oeiras Valley: Maria Bethânia, Joss Stone e Pink Martini com As Três da Manhã a fazer a 1ªparte. Reserve já o seu lugar, vai ser incrível!

Em 2023 prepare-se para grandes noites de verão. O Festival Jardins do Marquês está de volta e traz grandes surpresas. As primeiras revelações foram duas grandes vozes femininas: Maria Bethânia e Joss Stone. A que se juntam outras três: As Três da Manhã da Renascença, que vão fazer a primeira parte de Pink Martini, última grande confirmação do Festival, a 2 de Julho.

Depois de Maria Bethânia, a segunda confirmação da edição deste ano do Festival foi Joss Stone. A cantora, uma das mais importantes vozes da Soul Music, celebra 20 anos de carreira e não podia ter escolhido melhor o local para celebrar o aniversário com os fãs portugueses. Joss Stone atua a 5 de julho no Festival Jardins do Marquês - Oeiras Valley.

A primeira confirmação foi Maria Bethânia, que atua a 1 de julho em Oeiras. Antes disso, a «Rainha da MPB» passa pelo Porto para um primeiro concerto que terá lugar a 28 de junho na Super Bock Arena. Os fãs da artista em Portugal não vão querer perder estas duas oportunidades únicas de a ver e ouvir ao vivo com o seu muito aclamado espetáculo Fevereiros. Se gosta da música de Maria Bethânia, vai querer cantar os grandes sucessos e as músicas mais recentes deste grande nome da música popular brasileira. A Renascença sugere que reserve já o seu lugar para estar nas primeiras filas a ouvir Pantanal, Gostoso Demais, Mel ou Reconvexo. 28 de junho na Super Bock Arena ou 1 de julho no Festival Jardins do Marquês - Oeiras Valley. Os Bilhetes estão à venda nos locais habituais e a Renascença é a rádio oficial.

O Jardins do Marquês-Oeiras Valley vai apenas na sua 3ª.edição e já habituou o seu público a cartazes de luxo. Este ano não será diferente. As expectativas em relação aos nomes que ainda há para anunciar são já elevadíssimas. Reserve a sua presença nestes dois concertos e fique atento para saber quem são as próximas confirmações.


Informação de Bilhetes


Maria Bethânia – dia 1 de julho

Preço dos bilhetes:

Plateia VIP: 80,00€

Plateia A: 65,00€

Plateia B: 55,00€

Plateia C: 45,00€

Plateia Em Pé: 30,00€


Pink Martini feat China Forbes | 1ª parte Três da Manhã: Fora de horas – dia 2 de julho

Plateia VIP: 35,00€

Plateia A: 32,00€

Plateia B: 30,00€

Plateia C: 25,00€

Plateia Em Pé: 20,00€


Joss Stone – dia 5 de julho

Plateia VIP: 42,00€

Plateia A: 37,00€

Plateia B: 32,00€

Plateia C: 28,00€

Plateia Em Pé: 25,00€


Locais de venda

meoblueticket.pt – Call Center Informações e reservas 1820 (24 horas), ABEP, Bilheteiras da Altice Arena, FNAC e bilheteira.fnac.pt, Worten, Phone House, ACP, El Corte Inglês, Turismo de Lisboa.

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Sobre Maria Bethânia:

Como lembra a Promotora do evento, a Música no Coração, é impossível escrever uma história da música brasileira ou da música cantada em português sem mencionar o nome de Maria Bethânia. Interpretações como "Ronda", "Negue", "Olhos Nos Olhos", "Reconvexo", "As Canções Que Você Fez Para Mim" fizeram as delícias do público ao longo dos seus mais de 50 anos de carreira. Discos como "Álibi" (1978), "Mel" (1979) ou "Talismã" (1980) ficarão para sempre na história dos discos mais vendidos no Brasil, fazendo de Maria Bethânia a primeira mulher a vender mais de 1 milhão de discos.

Outro grande nome da música brasileira, o seu irmão Caetano Veloso, descreve-a assim:

“Conheço a voz de Bethânia desde dentro: ela foi desenvolvendo pertinho de mim – e tinha os elementos genéticos que estão presentes na minha própria voz, na de meus outros irmãos, na de meus filhos. A personalidade forte de Bethânia sempre foi a que se sente quando ela entra no palco, num restaurante ou em uma sala de estar. Sua voz também sempre foi assim peculiar, com tons de cobre e de água-marinha. É uma textura que veicula sentimento e inteligência intensos e imediatos. É uma voz-pessoa, indissociável. E desde sempre atada à música através da poesia.”

A previsibilidade, segundo a promotora do Festival Jardins do Marquês, sempre passou ao largo da trajetória artística da cantora Maria Bethânia. É facto que, após o repentino sucesso com a sua arrebatadora interpretação para a música “Carcará”, em 1965, os mais afoitos a elegeram como uma cantora de protesto, título que ela declinou de imediato. Maria Bethânia, nas afirmações dos mais próximos, sempre soube o que queria cantar. E assim, ela seguiu e prossegue interpretando à sua maneira, única e peculiar, a canção escolhida. O que esperar então de um espetáculo pontuado pelos grandes sucessos desta singular intérprete que ocupa o quinto lugar na lista das 100 maiores vozes da música brasileira de todos os tempos, realizada anos atrás pela revista Rolling Stones Brasil? Surpresas, sempre.

Um repertório pontuado pela tradição e contemporaneidade

O concerto traz-nos sucessos da sua carreira, músicas dos trabalhos mais recentes e canções inéditas na sua voz. O fio condutor utilizado pela cantora, que também responde pela direção artística e alinhamento, dialoga com os repertórios apresentados. Compositores anteriores à sua geração, compositores contemporâneos e outros que surgiram posteriormente, fazem-se presentes no generoso repertório deste espetáculo: Adelino Moreira (Negue) Paulo Vanzolini (Volta por cima), Caetano Veloso (Reconvexo), Chico Buarque (Olhos nos Olhos), Chico César (Estado de Poesia), Belchior (Galos Noites e Quintais), Xande de Pilares, Carlinhos Madureira e Gilson Bernini (Está Escrito).

Acompanhada pelos músicos Romulo Gomes (contrabaixo), João Camarero (violão de 7 cordas), Lan Lahn (percussão), Paulo Dafilin (violão, viola e guitarra), Marcelo Costa (percussão) e Marcelo Calder (direção, piano e acordeão), Maria Bethânia continua a reinventar-se. Não por coincidência, o espetáculo que já passou pelo Rio de Janeiro, São Paulo e Vitória da Conquista, Belo Horizonte, impactou uma enorme legião de fãs das mais diversas gerações e tribos.

Maria Bethânia promete um concerto memorável num Festival que parece ter nascido para acolher vozes como esta. Maria Bethânia atua no dia 1 de julho, no próximo Jardins do Marquês – Oeiras Valley.

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Sobre Joss Stone:

Joss Stone trará a Oeiras um espetáculo imperdível: a cantora, lembra a promotora do Festival, é hoje uma das cantoras mais inspiradas da sua geração. Uma voz capaz de emocionar milhões de pessoas em todo o mundo, com o seu charme irresistível. Joss é obcecada por música soul desde a infância e, na adolescência, só queria aprimorar os seus dotes vocais em comparação com aquela que era a sua maior referência e também umas das grandes vozes do século: Aretha Franklin. O treino trouxe resultados e Joss Stone foi para estúdio com apenas 15 anos de idade, já cheia de certezas quanto à sua vocação. Em 2003, “The Soul Sessions” viu a luz do dia e, tanto o público como a crítica, já não tinham dúvidas: esta voz vinha mesmo para ficar. Ao longo do seu percurso conta já com várias nomeações para prémios, dois BRIT Awards e um Grammy Award, milhões de discos vendidos, concertos esgotados um pouco por toda a parte, e ainda colaborações com nomes como que vão de Stevie Wonder a Sting, passando por Mick Jagger, entre muitos outros. Joss é um espírito livre, sempre em busca de novos desafios e isso é algo que fica bem evidente quando se olha para os últimos passos da sua carreira. Em 2015 editou o disco “Water for Your Soul”. Este registo mostra uma Joss enamorada pelo reggae (este foi mesmo considerado o melhor disco de reggae da Billboard nesse ano). Além do reggae, há também muita música do mundo, hip-hop e um pouco de R&B. E o seu último disco condiz com esse seu caminho, entre o risco e a maturidade. "Never Forget My Love", editado em fevereiro de 2022, foi escrito e produzido com o seu amigo e colaborador de longa data Dave Stewart (Eurythmics). Joss canta canções adultas, sintonizadas com a melhor tradição de cantores e autores norte-americanos. Com estas novidades na bagagem e a comemorar 20 anos na estrada, a “20 Years of Soul Tour” de Joss Stone passa pelo Festival Jardins do Marquês - Oeiras Valley para uma reencontro imperdível com o público português - acontece dia 5 de julho.

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Pink Martini: um exemplo de ecletismo ao serviço da melhor música

O conjunto de Portland, Pink Martini, formado por oito elementos, oferece uma mistura de jazz, pop, world music, música clássica, com influências que vão desde de nomes como Edith Piaf ou Cole Porter aos grandes mestres da música latina. Thomas Lauderdale juntou a compositora e cantora China Forbes pouco tempo depois de ter tido a ideia para Pink Martini, e logo começaram a fazer música juntos. O primeiro grande sucesso chegou com "Sympathique", editado em 1997. O tema foi um sucesso em França e ainda hoje é recordado, mais de vinte anos depois, principalmente em reivindicações de trabalhadores, onde se tornou um hino graças a versos como “Je ne veux pas travailler". Desde aí não pararam de experimentar, de arriscar, de fazer diferente, editando vários discos, vendendo milhões de cópias em todo o mundo e atuando um pouco por toda a parte. O nono disco da banda, "Je dis oui!", editado em 2016, conta com as vozes de China Forbes, Storm Large, Ari Shapiro, a guru da muda Ikram Goldman, a ativista dos direitos civis Kathleen Saadat e Rufus Wainwright. Esse registo é cantado em vários idiomas, como é comum nos trabalhos de Pink Martini, e, neste caso, também em português, graças à interpretação do tema "Solidão" de Amália Rodrigues. A diversidade de vozes e de línguas afirmam o caráter inclusivo, colaborativo e universal do grupo. Em 2019 Pink Martini colaborou com Meow Meow em "Hotel Amour" e editou o EP "Besame Mucho", com as vozes convidadas de Edna Vazquez, Tomorrow ou Jimmie Herrod. A banda não pára e durante o período pandémico editaram dois singles escritos por Thomas Lauderdale, China Forbes e pelo produtor Jim Bianco: “Let’s Be Friends” e “The Lemonade Song" já rodaram mais de oito milhões de vezes no Spotify desde então. Depois da pandemia, os Pink Martini regressaram também aos concertos em todo o mundo, oferecendo ao público uma experiência inesquecível, tal como aquela que se viverá no dia 2 de julho, na próxima edição do Festival Jardins do Marquês - Oeiras Valley.


TRÊS DA MANHÃ DA RENASCENÇA: FORA DE HORAS

As Três da Manhã da Renascença juntam-se fora de horas e estreiam-se num festival de verão. Se os Coldplay podem porque é que elas não hão-de poder? Ana Galvão, Inês Lopes Gonçalves e Joana Marques passam das manhãs na Renascença para o palco dos Jardins do Marquês para um espetáculo único (na medida em que nunca mais serão convidadas para uma coisa destas) e prometem duas coisas: que vai ser divertido e que a Ana Galvão não vai cantar... A não perder este momento no dia 2 de julho, na próxima edição do Festival Jardins do Marquês - Oeiras Valley.


Contactos

Música no Coração

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Um Festival com apoio Renascença.

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