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Se é maior, lembre-se que deve ser vacinado

11/10/2021


Os números da pneumonia pneumocócica continuam a crescer e a colocar muitas pessoas em risco. Todos estamos sujeitos a esta doença, especialmente maiores de 65 anos com determinadas patologias associadas. A prevenção é uma escolha possível e a melhor forma de o fazer é através da vacinação.

Sabia que a pneumonia mata uma média de 16 pessoas por dia, uma pessoa a cada 90 minutos? A maioria poderia ter sido evitada através de imunização.

Se é maior, previna-se já e ainda antes que o inverno chegue.

A pneumonia pneumocócica pode deixar sequelas irreversíveis e pode ser até mesmo fatal, sobretudo entre os grupos de risco. Ser maior e querer ser vacinado é apostar na prevenção. Descubra mais acerca da pneumonia pneumocócica, os principais sintomas e como prevenir.

Se é maior, cuide de si. Avalie o seu risco em maiorevacinado.pt e fale com o seu médico.

Lembre-se que ser maior e vacinado contra a pneumonia pneumocócica é uma atitude de responsabilização individual e coletiva que previne o risco de vida associado a esta doença.

Este é um conselho da Sociedade Portuguesa de Pneumologia para levar muito a sério.

Conheça a campanha da SPP, Sou Maior e Quero ser Vacinado:

A pneumonia pode deixar sequelas irreversíveis ou pode mesmo ser fatal, sobretudo entre os grupos de risco. Nunca, como no atual contexto, foi tão importante apostar em prevenção.

A vacinação é a melhor forma de prevenção, e é por um bem maior. Ser maior e vacinado contra a pneumonia pneumocócica é uma atitude de responsabilização individual e coletiva que previne o risco de vida associado a esta doença. Devemos ter uma atitude de maior valor e falar com o nosso médico.

É este o mote da campanha “SOU MAIOR E QUERO SER VACINADO” da SPP, para sensibilizar para a vacinação contra a pneumonia pneumocócica.

Pode descobrir mais sobre a pneumonia pneumocócica e avaliar o seu grau de risco em maiorevacinado.pt.

Sobre a Pneumonia:

A pneumonia pode deixar sequelas irreversíveis ou mesmo levar à morte, sobretudo entre os grupos de risco. Nunca, como agora, foi tão importante apostar em prevenção, um ato com ganhos quantitativos e qualitativos, transversais à sociedade. Para além da proteção individual que, no limite, reduz significativamente o número de mortes, optar pela vacinação é também investir em saúde pública, prevenir internamentos e assim contribuir para a diminuição do recurso aos serviços de saúde, nesta fase, sobrecarregados.

Segundo dados recolhidos, a pneumonia mata uma média de 16 pessoas por dia, uma pessoa a cada 90 minutos. A maioria poderia ter sido evitada através de imunização. A população sabe o que é a pneumonia, mas desconhece os riscos que corre ao contraí-la. Falar de pneumonia é falar de mortes, de morbilidades e de sequelas graves. Podemos preveni-las, basta que nos vacinemos. Qualquer investimento que façamos em prevenção é preferível aos custos da cura. A pneumonia pode deixar sequelas permanentes, que reduzem drasticamente a qualidade de vida de quem a contraiu. Bronquiectasias (deformação dos brônquios) e compromisso da função pulmonar são apenas dois exemplos, tal como a permanência de tosse, expetoração ou falta de ar. Podemos evitar grande parte das pneumonias e respetivas sequelas através de vacinação.

Nunca, como hoje, se falou tanto de prevenção. Grupos de risco como pessoas a partir dos 65 anos e quem, independentemente da sua idade, sofre de doenças crónicas, devem estar particularmente protegidos.

A vacinação antipneumocócica está recomendada pela Direção Geral da Saúde a todos os adultos pertencentes aos grupos de risco – idosos, pessoas com doenças crónicas como diabetes, asma, DPOC, outras doenças respiratórias crónicas, doença cardíaca, doença hepática crónica, doentes oncológicos, portadores de VIH e doentes renais. A vacina é gratuita para as crianças e alguns segmentos de adultos, para quem já se encontra em PNV, e é comparticipada pelo estado em 37% para a restante população. A sua eficácia está comprovada em todas as faixas etárias, incluindo na prevenção das formas mais graves da doença. A proteção dos grupos de risco através de imunização é uma das grandes causas do Movimento Doentes pela Vacinação. Composto por especialistas e associações de doentes, o movimento de cidadania apela à acessibilidade da vacina a pessoas que se encontrem em situações de maior fragilidade.

Sobre a SPP – Sociedade Portuguesa de Pneumologia:

A SPP é uma Sociedade Científica cujo principal objetivo consiste na promoção e proteção da saúde respiratória dos portugueses, da educação e da formação profissional através de estímulo do estudo e da divulgação de todos os assuntos relacionados com a patologia respiratória sob qualquer aspeto ou modalidade.

Links oficiais:

www.sppneumologia.pt

https://www.facebook.com/sociedadeportuguesadepneumologia

https://maiorevacinado.pt/

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