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A Renascença com a FFMS ao vivo na Feira do Livro de Lisboa

26/08/2020 • Ana Marta Domingues / Sofia Bernardes


A Renascença regressa com a Fundação Francisco Manuel dos Santos à Praça da Fundação e ao Auditório da Feira do Livro de Lisboa com debates e apresentações, lançamentos e conversas entre escritores e especialistas das mais diversas áreas. Tudo isto entre muitos, muitos livros...

Ir à Feira do Livro de Lisboa é mesmo marcar encontro com a rádio. Sexta-feira, 11 de setembro, às 19h00, a Renascença vai estar outra vez no Auditório Sul.

Desta vez pode assistir, ao mesmo tempo, a um programa da Renascença ao vivo e ao lançamento de um livro da Fundação Francisco Manuel dos Santos. É o ensaio Hábitos Alimentares dos Portugueses, de Mónica Truninger. Oiça a conversa com a autora e com Pedro Graça, Diretor da Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto. O José Pedro Frazão toma conta dos microfones e espera por si ao vivo neste Da Capa à Contracapa especial. Se não conseguir estar na Feira do livro de Lisboa - e atenção que por causa da pandemia a lotação da assistência é limitada - pode ouvir o programa Sábado dia 12 de Setembro de manhã, às 9h30, na Renascença.

Esta é a 90.ª edição da Feira do Livro de Lisboa e acontece até 13 de setembro no Parque Eduardo VII.

Em tempo de pandemia não foram só as datas da Feira do Livro de Lisboa que mudaram, mas também uma série de regras que devemos cumprir para que a segurança de todos seja garantida. Assim, as plateias serão limitadas e os programas ao vivo também. Mas estaremos juntos dentro da normalidade possível e isso é o mais importante.

Escritores, investigadores, economistas, sociólogos, médicos, jornalistas, editores, políticos, artistas, curiosos e leitores vão encontrar-se nos debates, lançamentos e emissões da Praça da Fundação ou dos auditórios da APEL.

Oiça a Renascença e saiba tudo o que vai acontecer. Até 13 de setembro, na Feira do Livro de Lisboa, os microfones voltam a misturar-se com os livros numa parceria da Renascença com a Fundação Francisco Manuel dos Santos.
Saiba quais as emissões especiais que a Renascença está a preparar e os debates que a Fundação Francisco Manuel dos Santos vai promover sobre temas que vão da crise climática aos hábitos alimentares dos portugueses, da adolescência à banca, da igualdade ao isolamento. Não perca também as oportunidades especiais que a FFMS tem para si.

Emissões Especiais da Renascença

ENSAIO GERAL
Sexta-feira, 28 de agosto, às 19h, o Ensaio Geral é gravado na Praça da Fundação.
Apresentado pela jornalista Maria João Costa, o Ensaio Geral é um programa semanal dedicado às artes e à cultura. No ar há 12 anos, já foi a diversos continentes, esteve presente em inúmeros acontecimentos, marcando presença habitual nos principais eventos culturais nacionais.
Esta conversa contará com a presença habitual de Guilherme d’Oliveira Martins e ainda os autores da FFMS Bruno Vieira Amaral e Miguel Valle de Figueiredo, Humberto Brito e Djaimilia Pereira de Almeida.
Vai para o ar na Renascença, na sexta-feira, 11 de setembro, às 23h.

NUNCA É TARDE
Sexta-feira, 4 de setembro, das 16h às 20h, oiça o programa Nunca é Tarde em direto.

Programa da Renascença com música e informação de actualidade. Pelo meio, entrevistas de André Rodrigues a Luísa Loura, Maria do Céu Machado, Pedro Brinca, Alda Azevedo e Susana Perelta, alguns dos autores da colecção de livros «Os Portugueses», que a Fundação desenvolveu com a Renascença e o Público com base em dados da Pordata. Este evento não terá assistência de público.

A partir das 16h a Sónia Santos traz música, conversas, reportagens e informação à Praça da Fundação. Vamos olhar para o dia que está a terminar e dizer-lhe o que o marcou. Contamos com apontamentos de reportagem, a informação atualizada com Sérgio Costa e a Bola Branca com Pedro Azevedo e João Paulo Ribeiro.
Ao longo destas 4 horas de emissão em direto celebramos os 10 anos da Pordata com vários convidados especiais e a participação do jornalista André Rodrigues. Alguns dos autores da colecção «Os Portugueses», entrevistados na série de entrevistas no ciclo Aqui Entre Nós, estarão connosco para nos ajudar a perceber melhor quem somos, o que fazemos e como o fazemos: às 16h, Luísa Loura e Maria do Céu Machado; às 17h, Pedro Brinca e Alda Azevedo; às 19h, Susana Peralta.


DA CAPA À CONTRA CAPA
Sexta-feira, 4 de setembro, entre as 18h às 19h, acontece a gravação do Da Capa à Contracapa, na Praça da Fundação.
Programa Da Capa à Contracapa, em parceria com a Renascença. Com o ex-Ministro da Educação Nuno Crato e a investigadora Filomena Gaspar, do CES-Universidade de Coimbra. Este evento não terá assistência de público.
Neste debate, que poderá ouvir na Renascença no sábado, 5 de setembro, às 9h30, falamos do regresso às aulas e dos desafios que a pandemia colocou à Educação em Portugal.

Sob a crise pandémica, como adaptar o regresso às aulas e o sistema educativo?

Com a pandemia da Covid-19, é necessário alterar o sistema educativo, tirando algumas lições das experiências do final do último ano lectivo. É igualmente importante avaliar a qualidade dos métodos utilizados e o seu impacto entre as crianças e os jovens. Falaremos ainda de capacidades pedagógicas, de desafios para professores e alunos, de capacidade de organização das escolas e do pano de fundo psicológico de tudo isto. De facto, é preciso debater não só a qualidade dos novos tipos de aprendizagem, mas também o bem-estar e desenvolvimento dos alunos. Qual deverá ser o principal papel das escolas neste momento: pedagógico ou emocional? Programa Da Capa à Contracapa, da Renascença (em parceria com a FFMS), com o ex-Ministro da Educação Nuno Crato e também Filomena Gaspar, investigadora do CES da Universidade de Coimbra, nesta altura a estudar o impacto da pandemia na satisfação e exaustão parental. Moderação do jornalista José Pedro Frazão.


Sexta-feira, 11 de setembro, às 19h, o Da Capa à Contracapa volta a ser gravado ao vivo, no Auditório Sul.
Desta vez será apresentado o ensaio Hábitos Alimentares dos Portugueses, de Mónica Truninger. À conversa junta-se Pedro Graça, diretor da Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto.
Vai poder ouvir a conversa na Renascença no sábado, dia 12, pelas 9h30.

Somos o que comemos? E comemos mal ou bem?

Se no passado a dieta mediterrânica caracterizava maioritariamente os hábitos alimentares dos portugueses, temos vindo a afastar-nos cada vez mais dela, influenciados pela globalização e pela crescente hegemonia dos produtos altamente processados, com elevado valor proteico de origem animal, excesso de açúcar e de sal. Que caminho vamos seguir quando à forma como comemos? E com que consequências para a saúde e a sustentabilidade ecológica e económica?

Moderação do jornalista José Pedro Frazão.

A assistência é livre. Por motivos de segurança, a lotação máxima será de 48 pessoas.


O Da Capa à Contracapa é um programa da Renascença em parceria com a Fundação Francisco Manuel dos Santos para debater a atualidade e a vida portuguesa ou temas de importância global, como as questões de estratégia política internacional, ambientais ou de saúde, como a atual pandemia). Nestes debates partimos muitas vezes de ensaios, retratos ou estudos lançados pela FFMS para o debate com dois convidados, sempre conduzidos e moderados pelo jornalista José Pedro Frazão. Pode ouvir ao sábado às 9h30 ou sempre que quiser em podcast nas plataformas habituais.

*À excepção deste último programa, as restantes emissões da Renascença na Feira do Livro de Lisboa não têm plateia.

Debates da Fundação Francisco Manuel dos Santos

QUEM NOS DÁ A MÃO QUANDO ESTAMOS ISOLADOS?
Dia 29 de agosto (sábado) às 17h15, no Auditório Sul
Em estado de emergência, fomos obrigados a encontrar recursos na casa, nos espaços vizinhos e em nós mesmos. Uma escritora e um fotógrafo (um casal) fizeram um registo muito pessoal da passagem desses dias. Agora, partilham em debate a sua reflexão sobre a pandemia, a conjugalidade e a estranha realidade dessa vida fora do centro.
Regras de Isolamento é o retrato que dá o mote a este debate com Humberto Brito (autor) e Luísa Lima (socióloga). A moderação é de Pedro Letria (fotógrafo).

A CIÊNCIA AINDA PODE MUDAR O MUNDO?
Dia 30 de agosto (domingo) às 16h30, no Auditório Sul
Que balanço podemos fazer dos progressos científicos alcançados na última década? E o que falta ainda fazer, nomeadamente para que Portugal seja internacionalmente mais competitivo nesta área? O que caracteriza hoje a ciência? Quais as suas novas esperanças e os seus novos desafios? E o que se pode de facto esperar dela?
Neste debate, Ana Gerschenfeld e José Vítor Malheiros, os autores do livro da FFMS Dez grandes mistérios do cosmos conversam com o físico Vítor Cardoso. A moderação é da jornalista Sara Sá.

O QUE NOS DEVE A BANCA E O QUE LHE DEVEMOS A ELA?
Dia 30 de agosto (domingo) às 18h00, no Auditório Sul
A banca foi um dos negócios mais prósperos e o mais poderoso em Portugal, pela influência exercida nas empresas e sobretudo pelas políticas de crédito, que exponenciaram investimento, consumo e compra de habitação. Até que o castelo ruiu e, com ele, a saúde e reputação dos grandes bancos e a confiança dos clientes. A pandemia trouxe acrescidos riscos operacionais, de liquidez, de crédito e de solvabilidade à banca. Contas feitas, por onde irá ela agora?
Para este debate, são convidados os 3 autores do livro da FFFM Por onde Vai a Banca?: Jorge Braga de Macedo, Nuno Cassola e Samuel Rocha Lopes. A eles juntam-se Maria Luís Albuquerque, professora e ex ministra das Finanças, e Clara Raposo, professora e presidente do ISEG. A moderação é da jornalista Helena Garrido.

QUE CIDADE EMERGIU DO SILÊNCIO E DO VAZIO?
Dia 5 de setembro (sábado) às 16h50 no Auditório Sul
Durante o recente estado de emergência, um fotógrafo captou a cidade de Lisboa. As suas imagens serviram de mote para que um escritor assinasse um retrato daquele espaço e daquele tempo. E assim nasceu um registo do momento histórico em que Lisboa se tornou uma cidade-fantasma, indeterminadamente suspensa, nítida, despojada, nunca antes assim vista. Agora, os dois autores descrevem a cidade ao vivo.
Miguel Valle de Figueiredo e Bruno Viera Amaral são os autores do retrato Cidade Suspensa e vão estar na Feiro do Livro do Lisboa para descrever, ao vivo, a capital em tempos de pandemia. A moderação é da escritora e jornalista Filipa Melo.

ATÉ QUANDO JOBS FOR THE BOYS E BOYS FOR THE JOBS?
Dia 5 de setembro (sábado) às 17h45, no Auditório Sul
Todos sabem da existência de favoritismo e politização na atribuição de empregos da administração pública. E todos reconhecem também a necessidade de clarificar o papel que as nomeações desempenham quer para os partidos políticos, quer para os processos de delegação de competências entre os partidos no governo e a administração pública. É urgente discutir esse papel, porque – para bem da saúde democrática – é urgente limitá-lo e exigir transparência.
Este é o tema do ensaio Jobs for the Boys: Nomeações para Administração Pública de Patrícia Silva. À autora, junta-se neste debate Luís de Sousa, investigador correspondente da CE sobre políticas de controlo à corrupção.

A ÉTICA TECNOLÓGICA É UMA QUESTÃO ARTIFICIAL?
Dia 5 de setembro (sábado) às 18h30, no Auditório Sul
Em 24 horas do quotidiano, desde o acordar até ao adormecer, que questões emergem sobre ética, valores e política? Bastaria pensar no que comemos e no modo como nos locomovemos para encontrar algumas das perguntas mais difíceis do nosso tempo. Se a isso acrescentarmos a forma como lemos notícias, as implicações da nanotecnologia ou dos robôs e sua relação com sentimentos e consciência, o mergulho torna-se ainda mais desconcertante.
Para este debate, são convidados Bárbara Reis, autora do livro da FFMS Um dia normal na era digital, e Arlindo Oliveira, antigo presidente do IST. O jornalista João Pedro Pereira é o moderador.


O QUE É FEITO DO PLANETA AZUL?
Dia 6 de setembro (domingo) às 16h15, no Auditório Sul
A crise climática anunciada há mais de meio século é agora evidente. A interferência humana no planeta está a atingir-nos a nós e a muitas outras formas de vida, bem como aos recursos naturais de que dispomos, nomeadamente através da proliferação dos plásticos e outras formas de poluição. A mesma ciência que evidencia tudo isto é também a que aponta caminhos, soluções, alternativas. Há motivos para termos esperança?
À procura de respostas, a FFMS convida Teresa Firmino, autora do livro FFMS Tanto que está nas nossas mãos, também o ministro do Mar Ricardo Serrão Santos e o biólogo Gonçalo Calado.

SOU MULHER HOJE, E DEPOIS?
Dia 6 de setembro (domingo) às 18h15, no Auditório Sul
Igualdade? Em Portugal, como noutras partes do mundo, as mulheres são menos contratadas do que os homens, ganham menos no exercício das mesmas funções, realizam mais tarefas domésticas, são muito mais vítimas de violência, têm maiores dificuldades em fazer-se ouvir... O que dizem elas, e como o dizem, sobre a sua condição actual? E os especialistas, concordam com elas?
Francisca Gorjão Henrique, autora do Livro 10 anos FFMS Que a revolução seja maior, estará à conversa com Filipa Lowndes Vicente, investigadora do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa.

SOMOS O QUE COMEMOS? E COMEMOS MAL OU BEM?
Dia 11 de setembro (sexta-feira) às 19h, no Auditório Sul
Se no passado a dieta mediterrânica caracterizava maioritariamente os hábitos alimentares dos portugueses, temos vindo a afastar-nos cada vez mais dela, influenciados pela globalização e pela crescente hegemonia dos produtos altamente processados, com elevado valor proteico de origem animal, com excesso de açúcar e de sal. Que caminho vamos seguir quando à forma como comemos? E com que consequências para a saúde e a sustentabilidade ecológica e económica?
Este debate tem como ponto de partida o ensaio Hábitos Alimentares dos Portugueses de Mónica Truninger. À conversa junta-se Pedro Graça, diretor da Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto. José Pedro Frazão, jornalista da Renascença, é o moderador.
O debate será gravado para o programa da Renascença Da Capa à Contracapa. Pode ouvir no sábado, 12 de Setembro, às 9h30.

QUE ESTRELAS VÊEM OS ADOLESCENTES DE HOJE NO CÉU?
12 de setembro (sábado) às 19h, no Auditório Sul
Amam-nos e estranham-nos, querem apoiá-los e compreendê-los. Mas o que sabem os adultos sobre os adolescentes, as suas vidas e o seu entendimento do mundo? Deixando de lado os lugares-comuns que os banalizam, como podemos encarar os adolescentes simultaneamente com consistência e flexibilidade?
Margarida Gaspar de Matos é a autora do ensaio Adolescentes que dá o mote a este debate. Convidada também Isabel Behrens, adolescente de 15 anos. Duarte Zoio, do gabinete de comunicação da Ordem dos Psicólogos Portugueses, é o moderador.

PODEM A NATUREZA E AS CULTURAS LOCAIS RESISTIR À PRESSÃO DO TURISMO?
Dia 13 de setembro (domingo) às 17h15, no Auditório Sul
O mundo está cada vez mais indiferenciado, mas na Ilha da Culatra, ponto habitado mais a sul de Portugal continental, há uma comunidade piscatória que resiste. Humor, irreverência, jogo de cintura, desafio à autoridade, instinto de sobrevivência, solidariedade à prova de canhão – não é sem consequências que se reúnem estas características numa mesma povoação.
O retrato Culatra, Uma Ilha com Gente dentro de Ana Cristina Leonardo é o ponto de partido para uma conversa sobre a pressão do turismo na natureza e cultura locais. A moderação é do jornalista Paulo Moura.

QUE GARANTIA NOS DÁ A SEGURANÇA SOCIAL?
Dia 13 de setembro (domingo) às 18h15, no Auditório Sul
Ao contrário do que se possa pensar, os descontos para a Segurança Social exigidos aos trabalhadores não ficam «guardados» à espera de que estes cheguem ao fim da sua vida ativa para serem transformados numa pensão. O financiamento do sistema de pensões português é bem mais complexo. Como funciona e quais são os seus atuais problemas e desafios? Ainda podemos contar com ele?
Construir um presente para ter futuro é um livro da FFMS da autoriade Teresa Martins e Sérgio Aníbal. São os convidados deste debate de domingo à tarde, onde estará também o economista Fernando Ribeiro Mendes.


*Estes debates da FFMS no Auditório Sul estão limitados a 48 lugares, ocupados por ordem de chegada, mas todos têm transmissão em direto no site e Facebook da Fundação Francisco Manuel dos Santos.


Além destas emissões e debates, tem muito mais para ver e ouvir até 13 de setembro na Feira do Livro de Lisboa, com a Renascença e a Fundação Francisco Manuel dos Santos.


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