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“Agora que cheira a poder à direita pode acontecer uma grande mudança” - Graça Franco
“Agora que cheira a poder à direita pode acontecer uma grande mudança” - Graça Franco

Graça Franco

“Agora que cheira a poder à direita pode acontecer uma grande mudança”

28 out, 2021 • Marta Grosso


Graça Franco comenta o chumbo do Orçamento do Estado no Parlamento e o cenário de eleições antecipadas.

“Mas como é que um Orçamento tão jeitosinho foi rejeitado?” Graça Franco admite que estava entre aqueles que pensavam que, à última hora, acabaria por haver solução e o Orçamento do Estado seria aprovado na generalidade.

Não que este OE fosse melhor do que os outros. “Não creio” que fosse um Orçamento bom para o país, mas “nem os últimos foram” e não eram tanto “uma manta de retalhos” como o que o Governo propôs para 2022.

“Os reformados, os jovens, as famílias, tudo era beneficiado por uma coisa que era um documento sem estratégia, sem uma linha de rumo e uma grande manta de retalhos”, tal como os anteriores, considera a comentadora d’As Três da Manhã.

E agora? Agora, “o Governo pode tomar algumas medidas que queria tomar, como aumentar o salário mínimo e os salários dos funcionários públicos e atualizar as pensões, dentro do mínimo legal”.

E agora, “está tudo em aberto. Agora que cheira a poder à direita, pode acontecer que se dê uma grande mudança e a gerigonça morra para nascer uma outra engenhoca qualquer”.

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  • Cidadao
    28 out, 2021 Lisboa 09:31
    Quem ganha com esta crise política e eleições antecipadas? O País e as pessoas, certamente que não. Só interessa provavelmente às direções partidarias tanto de Esquerda como de Direita: à Esquerda, julgam que voltando a ser partidos de protesto seguram o eleitorado que lhes tem andado a fugir, veja-se o caso das autárquicas. E à Direita, líderes em risco de perder o poiso, vêm nas eleições antecipadas a sua bóia de salvação. Este taticismo partidário, ignorando os problemas das pessoas, é o caldo de cultura para radicalismos e aventuras extremistas. Ou seja, neste momento o Chega! está a esfregar as mãos, de contentamento.