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Fernando Medina-João Taborda da Gama
O presidente da Câmara de Lisboa e um professor universitário (especialista em direito fiscal) a viver na capital olham para os principais temas da atualidade. Às terças e sextas, às 9h15
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Combate à pandemia. “Ou as chefias tem capacidade de dar resposta ou tem que ser reavaliadas” - Fernando Medina e Taborda da Gama
Combate à pandemia. “Ou as chefias tem capacidade de dar resposta ou tem que ser reavaliadas” - Fernando Medina e Taborda da Gama

Fernando Medina

Combate à pandemia. “Ou as chefias têm capacidade de dar resposta ou têm que ser reavaliadas”

03 jul, 2020 • Redação


Para João Taborda da Gama, o importante é refletir sobre qual é papel das câmaras, dos municípios e das áreas metropolitanas na gestão da crise da saúde.

Fernando Medina garante que as suas críticas à forma como o combate à pandemia está a ser feito não visavam a ministra da Saúde.

No habitual espaço de comentário na Renascença, o presidente da Câmara de Lisboa diz que mantém tudo o que disse, repetindo que se as chefias não conseguem dar resposta no terreno têm de ser responsabilizadas.

“O que me limitei a fazer foi reconhecer que temos um problema; em segundo lugar, identificar a estratégia; em terceiro, identificar o que é preciso fazer - mais recursos e ter melhor organização - o que na minha opinião passa por adaptar. Ou as chefias têm capacidade de, no terreno, dar essa resposta ou têm que ser reavaliadas”, justifica.

O autarca insiste que falta informação em tempo real para que as medidas possam ser tomadas a tempo e sejam eficazes.

Para João Taborda da Gama, o importante é refletir sobre qual é papel das câmaras, dos municípios e das áreas metropolitanas na gestão da crise da saúde. “Quando temos, em dois meses, tomadas de posição públicas muitos fortes – quer de Fernando Medina, quer de Rui Moreira – contra o modo como está a ser gerida a pandemia…isso é bastante relevante.”

Na opinião deste comentador deve-se refletir como se vai aproximar a gestão da saúde das populações, como se vai fazer com que não haja gestão de crise “pandémica afastadíssima da realidade e dos hospitais”. E, também, como é que devem e podem incluir no futuro os município e as áreas metropolitanas nessa gestão. “Parece-me que essa é a lição a retirar”, sublinha.

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