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Euro 2020

Gonçalo Guedes: "Não digo que seja o pior grupo, é um grupo muito difícil"

12 jun, 2021 - 09:09 • João Carlos Malta

O avançado sabe da concorrência forte que tem na frente de ataque da seleção para esta competição, mas quer complicar as decisões de Fernando Santos.

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O avançado Gonçalo Guedes não quis dramatizar a inclusão da seleção nacional no denominado "grupo da morte" neste Euro 2020. "Não digo que seja o pior grupo, é um grupo muito difícil e foi um sorteio. Temos que entrar da mesma maneira em todos os jogos, já vimos alguns pontos fortes e fracos da Hungria e há que aproveitar os fracos e minimizar os fortes.", avaliou o jogador ainda ligado ao Valência.

Em relação a infecção de Covid-19, que entretanto já superou, Guedes manifestou grande alegria por essa ser já uma realidade passada. "Nunca tinha ficado tão contente com um teste negativo. Ficar em casa mais dias não era nada bom", disse em conferência de imprensa na manhã deste sábado, em Budapeste, na Hungria.

Ainda em relação a este tema, o jovem jogador disse que nunca teve sintomas, e que trabalhou sempre "duas vezes por dia".

Já sobre a concorrência no ataque, onde pontificam nomes como Cristiano Ronaldo, Bernardo Silva, André Silva, Jota, João Félix, Rafa ou Pedro Gonçalves, o jogador do Valência disse que Fernando Santos tem a vida muito complicada na hora de escolher. Ele garante que quererá "complicar as decisões".

Em relação à pergunta da Renascença, sobre se sentia o "joker" desta seleção que a partir do banco poderia ajudar a resolver jogos, Guedes, entre sorrisos, disse: "Não sei, não sei. São decisões do mister. Estou pronto para ajudar, seja um, trinta ou noventa minutos. Estarei preparado para ajudar a equipa e é isso que vou fazer ao longo de todo o Europeu.".

Na antevisão do primeiro jogo com a equipa da Hungria, o avançado da seleção teceu grandes elogios à equipa magiar. "Nós sabemos que a Hungria é uma equipa difícil, disputa todas as bolas até ao final, e fisicamente muito fortes", enumerou.

Guedes volta à seleção depois de estar afastado das opções para o apuramento para o Mundial de 2022. "Todos os jogadores selecionados têm o voto de confiança do selecionador. Estar nos 26 é muito bom, dada a qualidade do plantel, e é um voto de confiança. Sentimo-nos que somos bons e que todo o trabalho feito ao longo da época valeu a pena e há que aproveitar esta grande competição, que qualquer jogador gostaria de estar", rematou.

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  • Ivo Pestana
    12 jun, 2021 Funchal 16:49
    O Gonçalo não merece estar, pela época que fez. O Pote é melhor.

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