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Ribeiro Cristovão
Opinião de Ribeiro Cristovão
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Preparar, mas não testar

09 jun, 2021 • Opinião de Ribeiro Cristovão


O jogo com os israelitas não deixa de constituir uma etapa interessante no percurso de preparação que a seleção está a realizar.

A seleção portuguesa de futebol, que na próxima terça-feira inicia a sua participação no Campeonato da Europa, defronta hoje à noite, no estádio José Alvalade, a sua congénere de Israel.

Trata-se do derradeiro apronto, que não significa um teste às capacidades da equipa e dos jogadores - estes, do ponto de vista individual.

Porque dispõe ao todo de 26 jogadores, Fernando Santos não vai certamente repetir a formação que actuou contra a Espanha, em Madrid, no último fim-de-semana, por desejar ver em acção alternativas que o ajudarão a formar uma ideia definitiva quanto à equipa que vai apresentar no jogo estreia com a Hungria.

Sabendo-se que o selecionador nacional não é atreito a grandes mudanças nos conceitos com que aborda o futebol, não será difícil imaginar que no espírito de Fernando Santos há já uma ideia concreta sobre a forma e com quem vai enfrentar os adversários com os quais vai tomar parte numa fase de grupos onde não pode esperar facilidades.

Apesar disso, o jogo com os israelitas não deixa de constituir uma etapa interessante no percurso de preparação que a seleção está a realizar.

Trata-se de um adversário com objectivos diferentes dos nossos, e que por isso vai tentar empertigar-se contra uma seleção que reconhece ser muito superior.

Fernando Santos conta com um lote de jogadores aos quais se reconhece muita qualidade.

Falta saber a que níveis estão nesta altura as suas resistências, sabendo-se que os campeonatos nacionais em que todos participaram, e terminaram há pouco, foram muito exigentes do ponto de vista físico, com possíveis consequências que podem vir a tornar-se visíveis no Campeonato da Europa.

Sem arrogância, aí vamos nós para tentar confirmar a vitória alcançada há cinco anos na cidade-luz, mas certos de que a tarefa não será fácil porque, pela frente, vamos ter adversários de grande valia.

Corroborando a opinião ontem expressa na nossa rádio pelo antigo jogador Domingos, também não parece ousado vaticinar que o próximo campeão poderá sair do Grupo F a que pertencemos juntamente com Alemanha, França e Hungria.

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  • Ivo Pestana
    09 jun, 2021 Funchal 14:14
    3 jogos e casa.