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Seleções podem levar 26 jogadores ao Europeu

04 mai, 2021 - 11:37 • Redação

Fernando Santos já tinha antecipado a decisão da UEFA. Para o selecionador português o processo de escolha fica mas facilitado, mas há desvantagens. "Passamos a ter dois ou três jogadores na bancada. Deixar alguns jogadores de fora é sempre uma dificuldade de gestão. Quem não está convocado nunca está bem disposto", diz Fernando Santos, que anunciará os 26 escolhidos no dia 20 de maio.

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A UEFA confirma que as seleções que vão estar no Campeonato da Europa podem convocar 26 jogadores, ao contrário dos 23 habituais.

A decisão é justificada com os riscos que as equipas podem correr em certos jogos, "devido a possíveis resultados positivos à Covid-19 e subsequentes medidas de quarentena ordenadas pelas autoridades competentes".

Cada seleção leva 26 atletas, mas as fichas de jogo mantêm o máximo de 23 jogadores, o que significa que há três elementos que ficarão na bancada.

"Vinte e três jogadores continuará a ser o número máximo permitido na ficha de jogo para cada partida (de acordo com a Lei 3 das Leis do Jogo do IFAB permitindo um máximo de 12 suplentes nos encontros de seleções nacionais A), incluindo três guarda-redes".

Fernando Santos já tinha antecipado a decisão da UEFA. Em entrevista ao jornal "O Jogo", o selecionador admitiu que uma lista de 26 lhe facilita o processo de escolha, mas anotou algumas desvantagens, como o facto de ter de deixar três jogadores de fora. "Em termos de coesão de grupo é uma desvantagem. Passamos a ter dois ou três jogadores na bancada. Deixar alguns jogadores de fora é sempre uma dificuldade de gestão. Quem não está convocado nunca está bem disposto", diz Fernando Santos, que anunciará os 26 escolhidos no dia 20 de maio.

No comunicado publicado esta terça-feira, a UEFA esclarece, ainda, que "os jogadores que tiveram teste positivo à Covid-19 ou que foram declarados como contactos próximos de uma pessoa positiva testada à Covid-19 - e, portanto, colocados em isolamento - por meio de uma decisão das autoridades, são considerados casos de doença grave e podem ser substituídos antes do primeiro jogo, com a aprovação da administração da UEFA. Os novos regulamentos também permitirão agora que os guarda-redes sejam substituídos antes de cada jogo durante o torneio em caso de incapacidade física, mesmo que um ou dois guarda-redes da lista de jogadores estejam disponíveis".

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