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Investigação

Pfizer testa novo medicamento para curar infeção por Covid-19

28 abr, 2021 - 10:16 • Redação

Farmacêutica quer começar a comercializar o comprimido até ao final do ano nos Estados Unidos. Novo fármaco deve ser tomado após os primeiros sintomas da infeção.

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A Pfizer está a desenvolver um medicamento para tratar a infeção por Covid-19 e pode começar a comercializá-lo já no final deste ano.

A farmacêutica que criou uma das vacinas contra a doença, e que está aprovada em Portugal, está a testar um comprimido para ser tomado em casa após os primeiros sintomas da doença. O anúncio foi feito pelo diretor-executivo da Pfizer, Albert Bourla, em declarações à CNBC.

Os testes arrancaram em março e a expetativa da farmacêutica é poder começar a vender o antiviral até ao final do ano nos Estados Unidos.

A empresa está também ainda testar a vacina em crianças entre os seis meses e os 11 anos, considerando que vai ser crucial imunizar também os mais pequenos para acabar com a pandemia.

O país já administrou a primeira dose da vacina contra a Covid-19 a 141,7 milhões de pessoas (42,7% da população), tendo 96,7 milhões (29,1%) recebido as duas doses e completado o processo de vacinação, indicaram os Centros de Controlo e Prevenção de Doenças norte-americanos.

O último balanço revela que os Estados Unidos registaram 724 mortos devido à covid-19 e 53.022 casos da doença nas últimas 24 horas.

Desde o início da pandemia, o país contabilizou 573.349 óbitos e 32.172.770 casos.

Os EUA são o país com mais mortes e mais casos no mundo.

O Presidente norte-americano, Joe Biden, estimou que o país venha a registar mais de 600 mil mortes.

A nível mundial, a Covid-19 já infetou quase 150 milhões de pessoas em todo o mundo, sendo que 3,1 milhões de pessoas não resistiram à doença. Nas últimas semanas, os novos casos diários atingiram novos recordes, com mais de 700 mil novos casos por dia.


Comentários
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  • Clarisier Morais
    04 mai, 2021 Brasil 18:50
    A ação desse medicamento é idêntica a da hidroxicloroquina. Mas deve ser uma coincidência apenas, certamente

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