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Doentes internados no hospital de Évora usufruem de visitas "online"

14 jan, 2021 - 16:00 • Rosário Silva

O projeto, do Gabinete de Comunicação e Marketing do hospital eborense já chega a todos os internamentos.

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Para diminuir os efeitos negativos da distância entre os doentes, as suas famílias, ou pessoas de referência, o Hospital do Espirito Santo de Évora (HESE) decidiu implementar um projeto de visitas "online".

“O projeto foi uma iniciativa do Gabinete de Comunicação e Marketing do HESE e começou por sete Serviços de Internamento: Enfermarias Covid (1 e 2), Neonatologia, Psiquiatria e Unidade de AVC, Obstetrícia e Unidade de Cuidados Intensivos COVID”, indica uma nota enviada à Renascença.

Nesta altura, já está implementado em todos os internamentos do hospital, possibilitando aos “profissionais apoiar os utentes na comunicação com os seus familiares, realizando as chamadas que permitem a visualização 'online', na tentativa de minimizar o afastamento”.

No âmbito do plano de combate à Covid-19, para garantir a segurança dos utentes e dos profissionais, as visitas, tal como a presença dos acompanhantes, “foram abruptamente reduzidas”, recorda o HESE.

Este projeto está a permitir “atenuar os efeitos dessa medida de segurança imprescindível” ao momento que se vive, “amenizando a estadia no hospital, diminuindo os níveis de ansiedade quer dos utentes, quer dos familiares, permitindo-lhes usufruir da presença virtual e da companhia uns dos outros”, lê-se.

Para colocar este projeto em curso, o Gabinete de Comunicação e Marketing do HESE, pediu a colaboração” de empresas/entidades para angariar equipamentos tablet”, tendo contado com “a valiosa e generosa participação da empresa ALTICE e da HUAWEI para o efeito, com a oferta de cinco tablets,”.

Também a Comissão Diocesana da Pastoral da Saúde contribuiu “com a oferta de 11 tablets para alcançar a totalidade dos internamentos”, sublinha a mesma nota.

Ainda de acordo com a unidade hospitalar, “o contacto é sempre estabelecido em função do estado clínico do doente, da disponibilidade dos profissionais dos serviços e pré-agendado com os familiares”, abrangendo, maioritariamente, “os doentes que, por motivos clínicos, não possuam autonomia para contactar os seus familiares”.

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