Tempo
|
A+ / A-

Cavaco Silva critica a esquerda e a geringonça

23 dez, 2020 - 08:32 • Sofia Freitas Moreira com Redação

“Não sou capaz de apontar uma reforma significativa levada a cabo pelo governo da geringonça”, começou por apontar o antigo Presidente da República.

A+ / A-

Numa iniciativa na internet promovida pelo núcleo da Juventude Social-Democrata (JSD) da Maia, Cavaco Silva atacou a esquerda parlamentar, acusando “os outros governos não sociais-democratas” de raramente terem sido “governos com uma perspetiva reformista”.

“Não sou capaz de apontar uma reforma significativa levada a cabo pelo governo da geringonça”, apontou na terça-feira à noite.

“O mesmo agora, depois das eleições que tiveram lugar no ano passado”, acrescentou o antigo Presidente da República.

Na sua intervenção, Cavaco Silva apelou ainda aos jovens do partido que coloquem um ponto final na trajetória do desenvolvimento económico do país.

"Esta trajetória está a conduzir Portugal para lanterna vermelha ao nível de desenvolvimento, nos 19 países da união monetária”, defendeu.

“Quando era primeiro-ministro, éramos o 11.º país em matéria de desenvolvimento. Agora, só temos atrás de nós a Grécia e a Letónia”, concluiu o antigo presidente do PSD.

Tópicos
Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.

  • Pedro
    23 dez, 2020 Queluz 11:31
    Há-de morrer com esta atravessada na garganta. Que coma bolo-rei a ver se desembucha.
  • Maria Oliveira
    23 dez, 2020 Lisboa 10:08
    O Prof. Cavaco Silva diz bem: não há uma única reforma significativa, susceptível de fazer crescer a economia. Andou-se apenas "à boleia" do turismo, que gerou receitas para ir mantendo o altíssimo nível de despesa pública.Bastará uma subida dos juros da dívida (altíssima) para a situação financeira do País se complicar muitíssimo. Acresce que o turismo é deslocável com facilidade: hoje está aqui, amanhã está na Grécia ou na Itália. Precisamos de actividades económicas geradoras de muito emprego. No entanto, o (des)governo da "geringonça" nada fez nesse sentido. Somos um País sem rumo!

Destaques V+