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Bragacine apresenta 17 filmes e evoca Sean Connery

19 nov, 2020 - 10:33 • Olímpia Mairos

Festival arranca esta quinta-feira em formato híbrido. Inclui obras com o ator britânico, estreias portuguesas, livros e homenagens.

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O Bragacine, o primeiro festival de cinema independente de Braga, acontece esta quinta e sexta-feira.

Na sua 18ª edição, o festival oferece 17 filmes e curtas-metragens, três livros, quatro homenagens e uma evocação a Sean Connery.

Com exceção das sessões de abertura e encerramento, o programa é de acesso gratuito e online.

A iniciativa arranca com o policial clássico “Os Intocáveis”, com o recém-falecido ator britânico Sean Connery, que vai ser ainda lembrado às 00h00 em “Dr. No”, o primeiro filme da série 007 - James Bond.

A abertura oficial do festival está marcada para as 19h00 e conta com a apresentação de três livros: “Federico Fellini - Inevitabilidade da Arte”, de Anabela Branco de Oliveira, professora da UTAD; “Viagens pelo Éter - Um Cinema Após 2008”, de António Costa Valente, diretor do Festival de Avanca; e “NATO - Cooperação Internacional e o Combate ao Terrorismo”, de Artur Barros Moreira, diretor do Bragacine.

Segue-se a exibição de “curtas” de Luís Miranda e Carlos Coelho Costa, do filme de guerra “Jouney's End”, de Saul Dibb, e, em estreia absoluta, “Um Quadro de Pollock com Sangue”, de Rui António.

As curtas-metragens a concurso das escolas Filmógrafo/Avanca e Soares dos Reis, incluindo em estreia “Boca do Inferno”, de Laura Seixas, e “Capacete”, de Gustavo dos Santos, bem como a nova ficção de Passos Zamith, “Chaço 92” serão exibidas na sexta-feira, às 15h00.

Às 16h30 é a vez do drama austro-alemão “Toni Erdmann”, de Maren Ade.

O encerramento oficial do festival está marcado para as 19h00, com a entrega dos Prémios Augusta às melhores obras do Bragacine e as homenagens às atrizes Sofia Froes, Maria João Monteiro e Lúcia Moniz, ao realizador Carlos Coelho Costa, ao argumentista Valter Hugo Mãe e ao cinematógrafo Francisco Vidinha.

A programação do festival prevê ainda o elogio ao abraço em “Confinamento Descontente”, de Rui Nunes; a biografia da heroína escrava “Harriet”, de Kasi Lemmons; e a animação premiada “A Minha Vida de Courgette”, de Claude Barras.

Às 22h30 haverá momentos de suspense, com “Deathcember” e “Daddy’s Girl”, ambos do britânico Julian Richards, seguindo-se, às 00h00, a exibição do melhor filme e “curta” do festival.

O Bragacine é organizado pelo 7º Arte/Cine.UM - Cineclube da Universidade Minho e tem o apoio do Lux Film Prize do Parlamento Europeu, entre outros.

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