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Incêndios

MAI admite prolongar contrato de concessão do SIRESP com privados para lá de junho

03 nov, 2020 - 23:28 • Lusa

Eduardo Cabrita sublinhou ainda que “há três anos que não se ouve falar do SIRESP” e a rede de emergência “tem respondido plenamente” a todas as ocorrências.

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O ministro da Administração Interna admitiu esta terça-feira um prolongamento do contrato de concessão da rede de emergência SIRESP com os operadores privados depois de junho de 2021.

Na discussão na especialidade do Orçamento do Estado para 2021, Eduardo Cabrita explicou aos deputados que o prazo contratual com os operadores privados termina em junho de 2021 e, neste momento, um grupo de trabalho criado pelos Ministérios da Administração Interna e das Finanças está a discutir o futuro modelo do Sistema Integrada das Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP).

Segundo o ministro, ainda está tudo em aberto sobre o futuro do SIRESP e estão a ser encarados vários modelos.

“Não excluímos, se estes trabalhos técnicos, que são complexos, não forem concluídos até julho, um prolongamento restrito do atual modelo”, precisou, acrescentando que o Ministério da Administração está, “neste momento”, a trabalhar tecnicamente com o Ministério das Finanças.

Eduardo Cabrita sublinhou ainda que “há três anos que não se ouve falar do SIRESP” e a rede de emergência “tem respondido plenamente” a todas as ocorrências.

O Estado comprou por sete milhões de euros a parte dos operadores privados, Altice e Motorola, no SIRESP, ficando com 100%, numa transferência que aconteceu em dezembro de 2019.

Desde essa altura que o Estado tem um contrato com a Altice e Motorola para fornecer o serviço até junho de 2021.

Depois dos incêndios de 2017, quando foram públicas as falhas no sistema, foram feitas várias alterações ao SIRESP, passando a rede a estar dotada com mais 451 antenas satélite e 18 unidades de redundância elétrica.

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