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Covid-19

DGS revela 49 surtos em escolas, creches e universidades

21 out, 2020 - 14:34 • Redação

Desde o início do ano letivo foram confirmados 449 casos de Covid-19 em escolas, creches e universidades portuguesas.

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A Direção-Geral da Saúde (DGS) avançou esta quarta-feira que há 49 surtos ativos de covid-19 em escolas, creches e universidades.

A atualização da situação epidemiológica naqueles estabelecimentos de ensino foi feita pela diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, em conferência de imprensa.

Desde o início do ano letivo foram confirmados 449 casos de Covid-19 em escolas, creches e universidades portuguesas.

Contudo, Graça Freitas sublinha que "nestes não estão ainda todos os alunos de Erasmus, que têm sido bastantes, identificados em várias zonas do país. "


Os números levam a diretora-geral da Saúde a concluir que o regresso às aulas tem corrido bastante bem, o que, acrescenta, se confirma pela forma como as famílias a têm encarado, segundo uma sondagem divulgada esta quarta-feira. "As pessoas viram regresso à escola como movimento seguro e positivo. Atendendo a que a comunidade mobiliza 1.2 milhões de pessoas diariamente, fora as que indiretamente estão ligadas, parece-nos que estas semanas que decorreram têm um saldo bastante positivo e a sondagem que foi feita à população demonstra-o e isso é positivo para todos nós."

Foram registados mais 2.535 casos e 16 mortes por Covid-19 em Portugal nas últimas 24 horas, indica o boletim epidemiológico divulgado esta quarta-feira pela Direção-Geral da Saúde (DGS).

É o segundo dia com maior aumento de infeções. O recorde foi batido a 16 de outubro, com 2.608 casos.

[Notícia atualizada às 14h51]

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  • Paulo Fernandes
    21 out, 2020 Montijo 16:10
    Isto deve ser anedota, na escola em Sintra onde o meu neto anda na pré-primária, os miúdos da sala dele devem estar todos infetados, esta semana acordou com febre, a saúde 24 mandou testar e deu positivo, ou seja, infetou toda a gente lá em casa... A escola foi imediatamente informada, mas desconheço as medidas que tomaram, e entretanto quantas pessoas podem ter sido infetadas em cadeia? Não é por acaso que o aumento exponencial dos números em toda a Europa, coincidiu com o regresso às aulas...