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Covid-19. UCI recusa fim antecipado da Volta a Itália

16 out, 2020 - 09:45 • Redação

A EF Pro Cycling, equipa do português Rúben Guerreiro, pediu que o Giro fosse terminado no domingo, por considerar que a "bolha" de prevenção da Covid-19 está comprometida.

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A UCI recusou o pedido da EF Pro Cycling, equipa do português Rúben Guerreiro, que pediu à organização da Volta a Itália para dar como terminada a prova devido aos casos de Covid-19 no pelotão.

Na terça-feira, as equipas MItchelton-Scott e Jumbo-Visma desistiram da participação no Giro devido a casos de Covid-19 em ciclistas e membros do "staff" técnico. A EF Pro Cycling acredita que a "bolha" de segurança está comprometida.

"Com uma bolha claramente comprometida e com um atraso esperado entre a exposição ao vírus e os sintomas e testes positivos, é preciso esperar que mais apareçam mais casos", pode ler-se na carta enviada.

A EF Pro Cycling, equipa que já coquistou duas etapas este ano, com as vitórias de Jonathan Caicedo, na terceira etapa, e de Rúben Guerreiro, na nona, quer evitar "desistências caóticas equipa a equipa".

No entanto, a UCI recusou este pedido: "A organização está comprometida em implementar medidas que assegurem a segurança da bolha"-

Antes da 12ª etapa do Giro, o belga Thomas De Gendt decidiu desistir da prova com receios de um surto de Covid-19 em todo o pelotão da prova. "A situação está a ir pelo caminho errado e acho que a organização está a esconder coisas".

O Giro tem ainda mais nove etapas até ao fim, marcado para 25 de outubro com a chegada a Milão. João Almeida lidera a classificação geral desde a terceira etapa.

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