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Primavera de 2021, a luz ao fundo do túnel - Conversas Cruzadas
Primavera de 2021, a luz ao fundo do túnel - Conversas Cruzadas

Conversas Cruzadas

Primavera 2021, a luz ao fundo do túnel

04 out, 2020 • José Bastos


D.Américo Aguiar, Nuno Botelho e Rosário Gamboa na análise da actualidade.

Ninguém imaginava no início de janeiro quando surgia a notícia da primeira morte em Wuhan, como resultado de um novo vírus, que nove meses depois o mundo estaria a lamentar ter ultrapassado a marca do milhão de mortes.

Com um número total de infectados a superar já os 32 milhões, a verdade é que – apenas nove meses depois – a comunidade das nações está bem mais preparada, atenta e disponível para suavizar o risco mortífero da doença e mostra progressos no desenvolvimento de vacinas.

Ainda assim, países que julgavam ter a pandemia controlada, depois da letalidade ter sido circunscrita a mínimos, confrontam-se agora com os efeitos da segunda vaga. De novo se discute o excecional do quotidiano: a vida com máscara e em distanciamento social, o regresso a casa, o teletrabalho e a hora da máxima responsabilidade individual.

Os temores dos efeitos da crise económica global – desde 1870 nunca tantos países estiveram em recessão ao mesmo tempo e 37 milhões caíram na extrema pobreza, de acordo com o estudo mais recente da Fundação Gates – reforçam-se nas prioridades de decisores e cidadãos.

Apesar dos progressos crise sanitária está por resolver, o inverno anuncia-se longo no hemisfério norte, mas, no final da primavera, entre a imunidade de camadas da população e a vacina a proteger grupos de risco, talvez se possa ver a luz ao fundo do túnel.

Até lá o milhão de vítimas da Covid 19 são o pretexto simbólico para avaliar as várias dimensões da crise, as individuais e coletivas, e projetar as consequências na frente sanitária, económica e até de geopolítica no plano internacional.

A análise é de D. Américo Aguiar, bispo auxiliar de Lisboa, Nuno Botelho, presidente da ACP – Câmara de Comércio e Indústria do Porto, e Rosário Gamboa, professora do ensino superior.

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  • João Lopes
    05 out, 2020 09:01
    A Renascença não vê, nem ouve: Pais são presos por não aceitarem "ideologia de gênero" https://observador.pt/2019/11/08/despacho-sobre-identidade-de-genero-nas-escolas-nao-protege-criancas-diz-o-conselho-das-escolas/ https://observador.pt/2019/08/22/psd-diz-que-despacho-sobre-identidade-de-genero-pode-potenciar-bullying-e-violencia-nas-escolas/
  • J Ramos
    04 out, 2020 Estoril 16:53
    Todos os Domingos, habitualmente após a assistir à sagrada Eucaristia, numa Igreja da paróquia do Estoril, tenho por hábito ligar o meu auto-rádio já previamente sintonizado na RR e ouvir o vosso programa dominical, na última hora do programa. Já levo vários anos que cumpro este ritual, mas francamente, a RR desilude-me porque a ideia com que fico é que me ligo a uma estação, qualquer, partidária, conotada ao PSD, o mais Anti-Governo possível de António Costa, com raras excepções, como foi o dia de hoje e alguns outros dias com o ex-sindicalista Manuel Carvalho da Silva, ex-CGTP. Para além de críticos anti-PS, como Daniel Bessa, um tal Nuno Garoupa, já um pouco postos de lado, mas ultimamente, com um indivíduo execrável pelo seu sectarismo de direita, todo PSD, respirando ódio por todos os poros contra o PS, um tal de NUNO BOTELHO, da ACP. Francamente, a RR que sempre foi a estação que me prendeu ao longo de muitos anos, vou fazer um corte nas minhas escolhas e sobretudo após a santa missa recuso ser insultado por esse sr. de Nuno Botelho um indivíduo que vende ódio contra o PS, contra a TAP, contra qualquer outra medida oriunda do governo ! Só o PSD tem boas medidas e o resto é pura perda de tempo na boca deste Sr. Botelho ! Boa tarde e melhores escolhas, independentes, nos vossos comentadores! MCPTS, JR/Estoril