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Reavaliação a 14 de Outubro - Conversas Cruzadas
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CONVERSAS CRUZADAS

Reavaliação a 14 de outubro

27 set, 2020 • José Bastos


Nuno Botelho, João Loureiro e Mário Jorge Machado na análise da actualidade

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A situação de contingência decorrente da pandemia vai continuar em vigor até 14 de outubro, data em que o governo fará nova reavaliação da evolução epidemiológica da Covid-19.

A meados de outubro o calendário marcará um mês desde a reabertura das escolas e é de antecipar uma análise do quadro geral – foi essa a mensagem implícita no final do último conselho de ministros.

Na prática este estado de contingência é um prolongamento do estado de exceção de março passado em que se tenta evitar a rutura do SNS, do tecido empresarial e da economia ‘lato-sensu’. Nessa direção vão as medidas dos últimos dias do balão de oxigénio aprovado pelo governo para alimentar o compasso de espera em que a pandemia colocou o país e a maioria das economias do planeta.

Um exemplo é o prolongamento até setembro de 2021 das moratórias para as empresas reforçarem a liquidez de tesouraria enquanto, no plano político, vem aí a conclusão do OE2021 e a incerteza é a nota dominante quanto ao futuro da economia.

Antes ainda já na terça-feira, António Costa e Ursula Von der Leyen vão estar juntos na apresentação dos planos de recuperação português e europeu na Fundação Champalimaud, quando a prometida chuva de milhões de transferências comunitárias está a ser vendida como a panaceia da crise.

São questões para análise de Nuno Botelho, empresário e presidente da ACP - Câmara de Comércio de Indústria do Porto, Mário Jorge Machado, empresário e presidente da Associação Têxtil e Vestuário de Portugal e João Loureiro, professor da economia da Universidade do Porto.

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