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Morte de triatleta. António Joaquim fica com termo de identidade e residência

18 set, 2020 - 11:16 • Liliana Monteiro , Cristina Nascimento

[em atualização]

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O Tribunal de Loures decidiu manter António Joaquim com a medida de coação termo de identidade e residência. A decisão foi tomada esta sexta-feira de manhã, uma semana depois de Joaquim ter sido condenado a 25 anos de prisão pelo homicidio do triatleta Luis Grilo.

António Joaquim foi a tribunal para ser reavaliada a medida de coação a que está sujeito, sendo que o Ministério Público pedia a sua prisão preventiva.

À saída do tribunal, a defesa de António Joaquim mostrava-se satisfeito com a decisão. "Não há nenhum perigo que justifique a alteração da medida de coação", argumenta.

António Joaquim encontra-se sujeito à medida de termo de identidade e residência desde 8 de dezembro de 2019, dia em que foi posto em liberdade após o coletivo de juízes ter aceitado um requerimento apresentado pela defesa a pedir a revogação da prisão preventiva.
A medida de coação mais gravosa tinha-lhe sido aplicada em setembro de 2018, em conjunto com a arguida Rosa Grilo.
Em 8 de setembro, o Tribunal da Relação de Lisboa condenou o arguido António Joaquim, acusado do crime de homicídio de Luís Grilo, a uma pena única de 25 anos de prisão, anulando a decisão de absolvição decretada em primeira instância, em 3 de março, pelo Tribunal de Loures.
António Joaquim e Rosa Grilo, que mantinham uma relação extraconjugal, estavam acusados da coautoria do homicídio, ocorrido em julho de 2018.

O crime terá sido cometido para poderem assumir a relação amorosa e beneficiarem dos bens da vítima - 500.000 euros em indemnizações de vários seguros e outros montantes depositados em contas bancárias tituladas por Luís Grilo, além da habitação.

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